Após quase 10 meses de tratamentos, internações e complicações clínicas, Guilherme Torres da Silva, de 22 anos, morreu em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. O jovem enfrentava sequelas graves causadas por intoxicação por metanol e não resistiu após novo agravamento do quadro respiratório. A morte ocorreu após internação iniciada na última quinta-feira (11). Segundo familiares, complicações pulmonares levaram à piora clínica nos dias seguintes.
A história começou em agosto de 2025, quando Guilherme consumiu gin adulterado adquirido em uma adega. Pouco tempo depois, apresentou sintomas intensos e alterações na visão. O atendimento hospitalar marcou o início de um período prolongado de recuperação e monitoramento médico constante.
Ao longo dos meses, o jovem enfrentou diversas paradas cardíacas e passou por sucessivas internações. O tratamento exigiu acompanhamento contínuo e mudanças profundas na rotina familiar. Nas redes sociais, familiares compartilharam atualizações frequentes sobre a recuperação. As publicações registravam avanços, desafios e mobilizações de apoio.
Mesmo diante do tratamento prolongado, o quadro permaneceu delicado. A internação recente ocorreu após nova deterioração do estado de saúde. A morte encerra um período marcado por tentativas de recuperação e amplia a atenção sobre os riscos associados ao consumo de bebidas adulteradas. Guilherme deixa familiares, amigos e um filho de 2 anos. O caso integra registros de intoxicação por metanol investigados no estado de São Paulo.






