A Assembleia Legislativa de Minas Gerais – ALMG vai empossar Mateus Simões como governador do Estado neste domingo (22), em reunião solene no Plenário, a partir de 10h. A posse ocorrerá após a renúncia de Romeu Zema ao cargo, e a cerimônia será conduzida pelo presidente da ALMG, deputado Tadeu Leite.
A solenidade vai reunir deputados estaduais, ex-governadores, parlamentares federais, representantes do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública, além de outras autoridades mineiras. A entrada dos convidados credenciados começará às 9h, pela Rua Rodrigues Caldas, 30, no bairro Santo Agostinho, em Belo Horizonte.
O rito de posse começará com a chegada de Mateus Simões à Assembleia pelo Hall das Bandeiras. Depois, o vice-governador seguirá por um corredor formado pelos Dragões da Inconfidência, no Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira, antes de ser recebido por uma comitiva de deputados estaduais na porta do Salão Nobre. Na sequência, os trabalhos serão retomados no Plenário com os atos protocolares da posse.
Durante a cerimônia, Mateus Simões entregará a declaração de bens, fará a leitura do compromisso constitucional e assinará o termo de posse. Caberá a Tadeu Leite fazer a declaração formal de posse e entregar ao novo governador exemplares das Constituições Federal e Estadual. Depois disso, o governador empossado fará pronunciamento no Parlamento Mineiro.
A programação ainda prevê o encerramento da reunião solene com fala final do presidente da Assembleia. Após deixar o Plenário, Mateus Simões seguirá direto para a cerimônia de transmissão de cargo no Palácio da Liberdade, sem conceder entrevista coletiva na sede da ALMG.
Natural de Gurupi, no Tocantins, Mateus Simões tem 45 anos, é graduado em Direito, mestre em Direito Empresarial, ex-vereador em Belo Horizonte pelo Novo, ex-secretário-geral de Estado e procurador licenciado da própria Assembleia Legislativa.
A posse abre uma nova etapa no comando político de Minas Gerais e coloca Mateus Simões oficialmente na chefia do Executivo estadual em um momento de forte simbolismo institucional. O ato também reforça o protagonismo da Assembleia no rito constitucional de sucessão do governo mineiro.






