Ata do partido
O vereador afirmou que a ata foi forjada, feita no dia seguinte da votação do orçamento, por volta das 06:30 horas. Isto porque no dia anterior, ninguém falou nada com ele sobre sua atuação no plenário. Muito pelo contrário, por volta das 19 horas, o presidente do partido Luis Militão teria lhe perguntado como estaria a montagem de sua chapa. Se ele estava conseguindo montar, porque se Beto viabilizasse, ele (Militão) teria que conversar com o vereador Rodyson a respeito.
O dia seguinte
Depois do registro da sua chapa e vendo que Rodyson constava na outra chapa, Beto concluiu que tinha sido “traído” e cobrou uma posição do presidente do partido (Militão), relatando a conversa que teve com o prefeito Vladimir Azevedo, que lhe disse que, se ele (Beto) viabilizasse três votos, ele teria o seu apoio. O vereador cobrou que o prefeito honrasse sua palavra.
Militão, a principio, disse para Beto que durante toda madrugada não conseguiu falar com o Chefe do Executivo, mas a seguir, segundo o vereador, confessou que tinha passado toda madrugada com o prefeito e com Paulo César, e a situação era irreversível. O apoio era para o vereador Pastor Paulo César (PRB) e não dele.
A alegação foi que Beto na votação do orçamento, com seu posicionamento provocou consideráveis perda ao projeto do governo e que sua posição com relação ao apoio ao governo era dúbia.
Beto então, falou do posicionamento políticos de alguns vereadores tidos como aliados do prefeito, inclusive o agora presidente eleito da Câmara Pastor Paulo César. Colocou em evidencia a assinatura da CPI do calçamento, a audiência pública da UNIR, a questão do CMEI, entre outros.
Mas só estão enxergando ele. O objetivo é criar desculpas para justificarem as traições partidárias. Finalizou falando doa artigos 15 e 135 parágrafo 2 do estatuto do PSDB
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