As cadeiras às vezes falam, fileiras murmuram e expressão corporal denuncia. E foi exatamente isso que se percebeu, mesmo que não dito em palavras abertamente. Fato é que, durante a solenidade de comemoração do aniversário da Polícia Militar, realizada na última terça-feira, no auditório da faculdade que já foi FADOM, depois Pitágoras e hoje atende pelo nome de Anhanguera. Que foi sinalizado que a relação entre o prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, e a vice-prefeita Janete Aparecida está estremecida, “e muito” diz fonte do Divinews. É possível que, como sempre fizeram ao longo do mandato, logo surjam abraçados e Gleidson declarando seu amor, “por sua irmã preta”, como ele a chama, ou vamos ver, chamava.
O que chamou atenção? O visível e constrangedor distanciamento entre o prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, e sua vice, Janete Aparecida. Não foi necessário muito esforço para notar: havia uma barreira simbólica e de cadeiras vazias entre ambos. E não foi este humilde escriba que por meio de análises de fotos percebeu sozinho. Foi uma percepção coletiva entre os presentes. A ausência de proximidade dizia mais do que qualquer pronunciamento, ou fotinhas juntos, para inglês ver.
As cadeiras vazias falam. A posição em que se sentam fala. A fileira em que se escolhe estar fala. E todas essas “vozes do silêncio” disseram a mesma coisa: algo está muito errado.
Retorno de Janete de Israel e o silêncio de Gleidson
Janete Aparecida que retornou recentemente de sua controversa viagem a Israel, em meio a uma guerra em andamento, sob justificativas oficiais que ainda carecem de maior clareza. Chegou a Divinópolis no fim de semana — e o que se esperava? Um mínimo gesto institucional, um aperto de mão público, uma recepção no gabinete. Mas Gleidson não foi. Não apareceu. Nem um registro. Nem um story. Nem um “bem-vinda, minha irmã preta”.
Sim, “minha irmã preta” era como o prefeito costumava se referir à vice-prefeita. Uma relação que, no discurso público, parecia blindada. De “irmãos por afinidade” a estranhos no mesmo auditório. O afeto que um dia foi proclamado sumiu. E com ele, o calor político.
Os bastidores
Nos bastidores da Prefeitura, ou nas coxias da República Divinopolitana, como gostam de chamar o que se comenta é que o clima entre os dois não é apenas frio, mas glacial. Há quem diga que Janete tornou-se uma espécie de caixa de Pandora para os Azevedo. Abrir essa caixa, segundo essas fontes, pode desencadear consequências que abalam muito mais do que alianças podem abalar toda a engenharia de poder que sustenta a gestão atual.
Janete guarda segredos? Ou apenas decepções? O fato é que ela sabe demais, esteve por dentro de tudo, e se algo azedou nessa relação, o estrago não será pequeno. Não há rompimento oficial mas a linguagem corporal já fez o anúncio.
Fato é também que, muitos dos cargos de confiança já andam super preocupados, já que a previsão é que Gleidson deixe o governo em abril para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, ou quem sabe, até mesmo no Senado, como confabulam “os intrigueiros” políticos, com trânsito livre nas duas casas de poder de Divinópolis. Logo, em caso de rompimento, e com Janete assumindo a cadeira de Gleidson, já como dona do pedaço. Quais ficarão? E quais terão suas cabeças cortadas? E quando? imediatamente logo em abril após a saida do prefeito? Ou ela vai segurar até outubro, após as eleições? São muitas dúvidas. Mas que o staff de confiança de Gleidson já acendeu a luz amarela, de atenção. Ah! Isso, já.
Israel, Gaza e um workshop misterioso
A visita da vice-prefeita a Israel também continua envolta em questionamentos. Que tipo de treinamento foi feito? Que metodologia foi aplicada? Que resultados práticos serão apresentados à população? O que chegou aos ouvidos da imprensa — e circula nos bastidores — é que parte da programação envolveu um oficial israelense defendendo as ações militares na Faixa de Gaza, em um claro encontro mais geopolítico do que técnico.
Foi uma aula de gestão pública? Ou uma palestra de propaganda política internacional? Disso falaremos em breve — com documentos, vídeos e depoimentos.
Por enquanto, o que se pode afirmar é: há uma rachadura visível entre Janete Aparecida e Gleidson Azevedo, e o que se ouve em silêncio institucional é alto demais para ser ignorado.












E um detalhe,, os trajes deste prefeito, camisa de malha e tênis em um evento oficial. É muita falta de respeito, parece um moleque.
Viagem desnecessária que tem uma única finalidade, que é, fazer propaganda de guerra a favor do governo genocida israelense. Não vejo nada que está mulher possa ter aprendido lá, que venha a beneficiar nós divinopolitanos, a não incentivar uma guerra onde se matam, criança e mulheres inocentes. Será que ela é a favor desse massacre, limpeza étnica. Ou será que ela é tão ignorante que não sabe que Israel não reconhece jesus Cristo como filho Deus?