<CLIQUE AQUI > para ler o depoimento do Jornalista Amaury Junior, ex-Jornal Estado de Minas
As evidencias eram claras a este respeito, faltavam provas, testemunhas, o elo que comprovava que havia alguma ligação com a disputa entre Serra e Aécio. Isto porque a quebra ilegal do sigilo fiscal da filha de Serra aconteceu antes da candidata Dilma ser indicada oficialmente, antes da convenção do Partido dos Trabalhadores. Na época da violação havia somente intenção do Lula em fazê-la sua sucessora.
Fazendo parte da essência interior de todo e qualquer político, e empresários que são pilhados em atitudes ilícitas, virão os desmentidos, a fala de falta de conhecimento do caso, subestimando, como sempre a inteligência da população.
Agora, o “pobre” do jornalista investigativo, na época funcionário do Jornal Estado de Minas, ligado umbilicalmente a Aécio Neves, idealizou tudo sozinho, não falou com ninguém. Em um passe de mágica, surgiu da sua inteligente cabecinha, sem mais nem menos, sem que ninguém tenha lhe solicitado, a vontade de investigar a filha de Serra, e logo a filha de Serra. Como revide a uma desconfiança de que o grupo de Serra estaria montando um dossiê contra Aécio.
Esquecem a história primária da disputa de Aécio e Serra e passam para o secundária, que é o suposto oferecimento do dossiê a membros do PT e saem do foco principal, o inicio da história.
O erro de bisbilhotar a vida de outrem é crime injustificado, passível de punição, que dificilmente acontecerá. Mas em nome disto, esquece-se totalmente o conteúdo dos documentos. Mônica Serra, pode até ter uma série de irregularidades na sua declaração de rendas, mas como foi conseguido de forma ilícita nada poderá ser falado, fica invalidada qualquer ilicitude.
![]() crédido: DP |






