Embora, Eduardo Dutra negue estar insinuando acusações contra o ex-governador, vê que há supostos interesse de tucanos mineiros na origem do vazamento, segundo declarações de Dutra ao Jornal Estado de São Paulo.
O presidente do partido, anexa cópias de reportagens publicadas, dando conta de que a invasão dos dados da filha de Serra, poderia ser resultado de fogo-amigo no PSDB, na época da disputa entre Serra e Aécio para que um deles fosse escolhido candidato a presidência da República.
No texto da matéria da folha, Dutra nega que esteja fazendo insinuações ou acusando indiretamente Aécio Neves de ter interesse e de estar por trás de devassa em dados fiscais de Verônica Serra, do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, de Ricardo Sérgio e Marin Preciado, cunhado de Serra.
A Revista Época desta semana publica o caso do jornalista Amaury Junior, quando trabalhava para o Jornal Estado de Minas, foi escalado para bisbilhotar pessoas ligadas a Serra.
Amauri, quando saiu do jornal, falou que iria levar as informações das investigações para a campanha de Dilma e o apoio explicito que o jornal deu ao projeto de candidatura presidencial de Aécio.
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