Itamar na seção “Radio City” do jornal Pinga Fogo, diz que de vagarzinho a CPI das Pedras vai cumprindo sua função e que aos poucos a cortina que encobria enorme e histórico desvio de material da prefeitura.
Segue afirmando que, ao contrário do que os zelosos tucanos estimaram, não se trata de Comissão destinada a desestruturá-los politicamente.
Faz uma colocação no mínimo curiosa, ao testemunhar que a intenção não era esta e que o governo de Vladimir Azevedo vai entrar para a história como o único que deu oportunidade para que fossem extirpadas as fraudes recorrentes.
Volta à carga, quando diz que nem com a CPI em andamento, “eles nem se preocupam em diminuir o ritmo”
|
{begam}ca-pub-5796776394312115/7909303427{/begam}
|
Itamar, narra “uma das maracutaias”, relatando em detalhes a operação ilícita: “O caminhão despeja pedras poliédricas em determinado quarteirão a ser recapeado. Em seguida o empreiteiro desvia o material para outro destino. Uma, duas, três vezes a burla se repete. No final do recapeamento esse material vai faltar, é claro. Aí então, o mequetrefe comparece ao pátio e avisa que o material foi insuficiente. Como não há controle rigoroso, eles atendem docemente ao pedido. Na outra ponta já tem outro empreiteiro fazendo calçamento em áreas particulares com as pedras desviadas”
O jornalista/empreiteiro afirma ainda que a CPI já está viciada, acusando o vereador Rodyson do Zé Milton (PSDB), de tentar inverter a ordem da investigação, querendo investigar o próprio denunciante, ao invés de se ater e investigar o esquema de corrupção. Quanto aos outros vereadores, fala que o presidente da comissão, Hilton Aguiar e Antonio Paduano, já foram cooptados pelo executivo. São três votos (Rodyson do Zé Milton, Hilton Aguiar e Paduano), contra dois (Edson Sousa e Heloisa Cerri)
Itamar teme que o “sistema” inverta a ordem das coisas, e passe a ser ele o culpado. Já não entendeu porque o próximo depoimento foi marcado somente para depois das eleições, no dia 7 de outubro.






