O site afirma que não foram poucos os votantes. Mesmo o voto não sendo obrigatório, com operações acontecendo por todo o Brasil e diante da cara feia de alguns superintendentes, 2.431 servidores foram às urnas espalhados por 22 Unidades da Federação. Outros cinco estados ou não realizaram a consulta ou fizeram votação em Assembléia. Nesses casos os números foram desprezados pela Fenapef para resguardar a lisura do pleito.
A Federação Nacional dos Policiais Federais totalizou os votos do plebiscito de avaliação dos chefes das delegacias, realizado no dia 19 de maio, em todo o país, durante a última paralisação de agentes, escrivães e papiloscopistas da PF. Nas 50 delegacias onde o plebiscito foi realizado, os policiais federais aprovaram a gestão de 33 dos atuais administradores. Em muitos estados, os policiais optaram por não realizar os plebiscitos em relação aos chefes locais, avaliando somente o diretor-geral e o superintendente regional.
A avaliação dos administradores das delegacias da Polícia Federal, localizadas nas cidades do interior, foi marcada pela diversidade. Os maiores índices de reprovação dos delegados-chefes foram verificados nas delegacias de Campina Grande/PB (82%), Passo Fundo/RS (81%), Corumbá/MS (76%), Ponta Porã/MS e Araraquara/SP (ambas com índices de 75% de desaprovação), Varginha/MG (73%) e Cachoeiro do Itapemirim/ES (71%).
Em contraponto, em seis delegacias da PF (12% do total de unidades onde o plebiscito foi realizado), os chefes obtiveram 100% de aprovação dos servidores que participaram do plebiscito: Bagé e Caxias/RS, Divinópolis/MG, Jales/SP e Altamira e Redenção/PA.
Fonte: Federação Nacional dos Policiais Federais
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