As unidades de Divinópolis e outras 16 cidades mineiras em que a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) estão instaladas, completaram mais de um mês de greve (34 dias), no movimento que se iniciou pela suspensão das aulas em 02 de maio. Na terça-feira (04), os professores da UEMG mantiveram a paralisação, depois da categoria dos docentes terem se reunido e votado na Unidade Escola Guignard, em Belo Horizonte. Segundo informações dos grevistas, a classe reivindica recomposição salarial que está defasada, reajuste da jornada de trabalho de 20h para 40h, manutenção da ajuda de custo para os prestadores de serviço afastados por motivos de saúde e uma série de outros requerimentos que, conforme eles, estão pendentes em acordo de 2018 da reitoria com o Governo do Estado e secretaria correspondente. Ao todo, mais de 90% do quadro docente está mobilizado em greve, de acordo com apuração do Divinews.
Também na terça na parte da manhã, realizou-se uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), sobre a situação da UEMG e os motivos que levaram à greve docente por tempo indeterminado. A ADUEMG e a categoria docente participaram dessa atividade, denunciando a falta de negociações e exigindo do governo propostas concretas para a comunidade acadêmica.
Uma atividade de repasse informacional irá ser realizada na UEMG Unidade Divinópolis hoje às 18h, entre o Diretório Acadêmico (DA), os Centros Acadêmicos (CA’s), na qual professores, estudantes, servidores técnico-administrativo e a comunidade está convidada.







