No local foram encontradas 500 peças de couro e também 1600 kg de carne que já apresentavam um forte cheiro de comida estragada, indicando que as peças já estavam impróprias para o consumo. O sangue dos animais escorria a céu aberto e desaguava em uma córrego das proximidades. A polícia do meio-ambiente fez a coleta da água e fará análise para verificar se houve contaminação. De acordo com o resultado das investigações, a carne era era vendida para churracarias de Belo Horizonte, especializadas em rodízio de carne. Os estabelecimentos que comprarvam o material poderão ser multados e até mesmo fechados pela vigilância sanitária. 4 pessoas foram presas e outras três estão sendo investigadas.
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