As 10 menos violentas do país pela ordem: São Carlos, São Caetano, Franca, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Bento Gonçalves, Divinopolis, Bauru, Jaraguá do Sul e Petropolis.
O Indice de Violência Juvenil – IVJ, retrata a exposição dos jovens à violência, baseado em uma média de outros cinco indicadores [homicídios, acidentes no trânsito, emprego ou frequência escolar, pobreza e desigualdade].
Também considera a participação no Pronasci do Ministério da Justiça. O índice varia de 0 a 1, sendo considerada vulnerabilidade baixa até 0,3; média-baixa até 0,37; média até 0,45; média-alta até 0,5 e alta acima de 0,5. O índice de Botucatu [0,300].
Nas 42 cidades que menos expõe os jovens à violência no Brasil estão municípios de seis Estados: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina.
Itabuna [BA], Marabá [PA], Foz do Iguaçu [PR], Camaçari [BA], Governador Valadares [MG], Cabo de Santo Agostinho [PE], Jaboatão dos Guararapes [PE], Teixeira de Freitas [BA], Serra [ES] e Linhares [ES] constituem os municípios brasileiros com maior vulnerabilidade à violência contra os jovens.
O levantamento conclui que a faixa etária com maior risco de perder vidas por causa da violência letal está entre 19 a 24 anos.
Usando metodologia criada pelo Laboratório de Análise da Violência, da UERJ, o IVJ – Violência prevê que 5,0 jovens morrerão por homicídios antes de completarem 24 anos no Brasil, enquanto, na faixa etária de 12 a 18 anos, a estimativa é que 2,38 adolescentes morram antes de completarem os 18 anos.
Entre jovens adultos de 25 a 29 anos, a expectativa é que morram 3,73 jovens antes dos 29 anos.





