Dizem, não presenciamos o “causo” que uma cidadã, adentrou a Câmara Municipal na maior fuzarca com o pé de maconha na mão, fazendo um verdadeiro escarcéu. E, atrás dela um enfurecido agricultor urbano, bravo por ela ter feito a colheita antes da época.
Eis que de repente aparece o radialista, assessor parlamentar, locutor, repórter e agora também jornalista juramentado e sacramentado, depois que o STF fez o julgamento da profissão, Jota Batista, e tomou a frente do caso..
Jota como repórter policial que é, foi investigar a fundo o caso da erva, “mardita” somente para alguns, o pé de marijuana como é conhecida em muitos países, ou cientificamente cannabis sativa, estava sendo cultivado com maior carinho e amor no quarteirão fechado da São Paulo, por alguns pobres e carentes agricultores, despejado da reforma agrária do INCRA, quando aviltantemente lhes arrancam o direito de sonhar, viajar na maionese com uma boa safra.
Batista se locupletou da cannabis sativa e passou a exibi-la como um troféu, levou-a para participar do seu programa de TV, toda murcha foi parar nas emissoras do Mayrink Junior, deu entrevista até para o Silvio França, dizem. Ele (Batista) estava tão animado e alegre com a plantinha nas mãos, que estava abrindo mão da exclusividade do PATRULHANDO A CIDADE e acertava a participação da erva no programa do Flávio Ramos.
Ao final da tarde estava toda murcha, depauperada e faltando algumas folhinhas, supomos que cairam em algum lugar durante o trajeto.
Hoje (quinta-feira) não sabemos o seu paradeiro, se foi devolvida para o choroso agricultor ou entregue numa delegacia. O fato é que, ela sumiu. Será que a “apertaram” demais e sem possibilidade de ser replantada virou fumacinha?
Biografia da plantinha
Nome científico: Cannabis sativa
Nome popular: Diversos, o mais conhecido é maconha mesmo
Altura: cerca de 6 cm
Local: um lugar tranqüilo e extremamente policiado (quase em frente a Câmara e Receita)
Idade: Dizem os conhecedores e degustadores que pela altura e tamanho das folhas, cerca de 2 ou 3 meses de vida. Este pequeno intervalo de não policiamento foi em conseqüência da troca de turno.



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