Aécio Neves lamenta queda do PIB brasileiro

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O governador Aécio Neves afirmou nesta quarta-feira (10/06), em Nova York (EUA), que não há motivos para comemorar o fato de a economia brasileira ter caído menos que o esperado no primeiro trimestre deste ano. No início da semana, o IBGE divulgou retração de 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nos primeiros três meses de 2009, em comparação ao mesmo período do ano passado. Analistas de mercado projetavam queda de 1% a 2% do PIB no período.

“Vamos ser otimistas para que o segundo trimestre possa ser melhor que o primeiro. Mas não dá para comemorarmos números que mostram tecnicamente que o país está em deflação. Temos setores da economia, no caso de Minas, que ainda não apresentaram uma recuperação expressiva, como por exemplo o setor siderúrgico. Há a expectativa do governo de que possa haver, ao final do ano, um crescimento talvez de 1%. Pelo menos esse tem sido o discurso do ministro Guido Mantega. Vamos torcer para que ele ocorra”, declarou Aécio Neves em entrevista, durante visita à Bolsa de Valores de Nova York (Nyse).

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Cemig Day
Aécio Neves reuniu-se com diretores da Bolsa de Valores de Nova York (Nyse). O encontro fez parte da programação do “Cemig Day”, dia em que a companhia de energia mineira foi personagem de destaque em todas as atividades da bolsa.

Nesta quinta-feira (11/06), o governador participa da cerimônia do “Closing Bell”, fazendo o tradicional toque do sino que marca o fechamento das atividades diárias da Nyse, e que é assistido pelos mercados financeiros de todo o mundo.

O vice-presidente da Nyse, Scott Cutler, recebeu o governador, juntamente com os diretores da bolsa, Alex Hibraim e Jeffrey Ewbank. “A Nyse tem muito interesse em ampliar as parcerias com as empresas brasileiras. A Cemig é um grande exemplo dessa parceria e o estreitamento de relações com a empresa e com o Governo de Minas é uma oportunidade de se buscar novas maneiras de trabalhar em conjunto”, disse Scott Cutler.

Durante o encontro com os diretores da Nyse, Aécio Neves falou sobre as perspectivas do setor de energia no Brasil e particularmente para a Cemig.

“A visão que tenho, enquanto governador, enquanto acionista majoritário da Cemig, é de que o setor energético brasileiro tende a consolidar-se em torno de três ou quatro grandes grupos. E a Cemig aproveita o fato de estar capitalizada e de surgirem bons negócios no mercado, até mesmo em razão da crise, para estar na posição de ser uma das bases dessa consolidação”, disse o governador em entrevista a jornalistas locais.

Aécio Neves afirmou que a Cemig está atenta às novas oportunidades de negócios, a exemplo da recente aquisição do controle da empresa italiana Terna, que atua no Brasil como distribuidora de energia.

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“É obvio que novos negócios, novas oportunidades que vierem a ser oferecidas à Cemig serão examinados pela empresa dentro do seu planejamento estratégico e de sua capacidade financeira”, afirmou o governador.

fonte: Agência MInas
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