Uma mulher de 42 anos morreu atropelada na madrugada desta segunda-feira (31), na BR-262, em Igaratinga, na região Centro-Oeste de Minas Gerais. O acidente aconteceu por volta das 5h30, no sentido Belo Horizonte, e a perícia técnica da Polícia Civil encontrou vestígios que levantaram a suspeita de que a vítima tenha sido atingida por mais de um veículo, incluindo um veículo de carga.
Segundo as informações apuradas no local, a mulher estava sobre a faixa da esquerda da rodovia quando foi atingida inicialmente por um veículo que não havia sido identificado. Com o impacto, ela foi arremessada aproximadamente 15 metros à frente, aumentando a área que precisou ser analisada pelas equipes responsáveis pela ocorrência, a perícia técnica da Polícia Civil examinou as marcas deixadas no asfalto e outros vestígios relacionados ao acidente. Conforme a análise realizada, marcas na pista e sinais de frenagem indicam a possibilidade de que outros veículos também tenham atingido a vítima após o primeiro atropelamento, entre os veículos que podem ter se envolvido na ocorrência está um veículo de carga. Até o momento, entretanto, os veículos não foram identificados, e a dinâmica completa do atropelamento ainda depende da investigação conduzida pelas autoridades.
Perícia analisa marcas deixadas na pista
A análise dos vestígios encontrados na BR-262 será importante para esclarecer como o atropelamento aconteceu. A posição em que a vítima estava, as marcas encontradas no asfalto e os sinais de frenagem foram considerados pela perícia para levantar a hipótese de envolvimento de mais de um veículo. A suspeita, contudo, ainda precisa ser confirmada pela investigação. A Polícia Civil deverá reunir os elementos encontrados no local e buscar informações que possam ajudar na identificação dos veículos que passaram pelo trecho no momento do acidente. o fato de um dos possíveis veículos envolvidos ser de carga também deverá ser considerado na apuração, uma vez que a identificação dos veículos é um dos principais pontos ainda pendentes no caso.
Vítima estava em situação de rua
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a mulher estava em situação de rua. Conforme informações repassadas pelo irmão à PRF, ela também era dependente química, a identificação dessas circunstâncias integra as informações registradas pelas equipes que atenderam a ocorrência, mas não altera a investigação sobre a dinâmica do atropelamento. O principal objetivo das autoridades neste momento é esclarecer o que aconteceu no trecho da rodovia e identificar os veículos envolvidos. o caso também chama atenção para a vulnerabilidade de pessoas que permanecem em situação de rua às margens ou nas proximidades de rodovias, embora a investigação ainda precise determinar as circunstâncias exatas que levaram a mulher a estar sobre a pista no momento do acidente.
Polícia Civil investiga e busca identificar veículos
Após os trabalhos realizados no local, o corpo da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML). A Polícia Civil de Pará de Minas ficará responsável pela investigação das circunstâncias do atropelamento e pela tentativa de identificação dos veículos envolvidos, a apuração deverá considerar os vestígios recolhidos pela perícia, as marcas existentes na pista e eventuais informações que possam ajudar a reconstruir a sequência dos acontecimentos. A identificação dos veículos será fundamental para esclarecer se houve realmente mais de um atropelamento e qual foi a participação de cada veículo na ocorrência. Até o momento, portanto, a suspeita de que a mulher tenha sido atingida por mais de um veículo decorre dos elementos encontrados pela perícia técnica. A dinâmica definitiva do acidente ainda será esclarecida pela Polícia Civil.
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