Um idoso de 84 anos foi preso na noite de ontem (29) no bairro Belvedere II, em Divinópolis, suspeito de praticar maus-tratos contra uma cadela em situação de rua. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar após uma denúncia feita por uma testemunha que afirmou ter presenciado um ato de abuso contra o animal em via pública.
Segundo informações da PM, a testemunha acionou imediatamente os militares e conseguiu impedir que o suspeito deixasse o local até a chegada da equipe policial.
Testemunha acionou a Polícia Militar
Ao chegarem ao endereço informado, os policiais conversaram com a pessoa responsável pela denúncia, que relatou detalhadamente o que teria presenciado.
De acordo com a Polícia Militar, os relatos apresentados e os elementos observados durante a ocorrência motivaram a adoção das medidas legais cabíveis no local.
Suspeito negou as acusações
Durante a abordagem policial, o idoso negou ter cometido qualquer irregularidade. No entanto, conforme registrado pela PM, os indícios levantados durante o atendimento da ocorrência foram considerados suficientes para a prisão em flagrante pelo crime de maus-tratos contra animal.
O suspeito foi detido e conduzido para os procedimentos legais.
Atendimento médico antes da condução à delegacia
Antes de ser encaminhado à Polícia Civil, o homem passou por avaliação médica na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
Após o atendimento, ele foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Divinópolis, onde a ocorrência foi registrada e as providências legais passaram a ser conduzidas pela autoridade policial.
Cadela vivia em situação de rua
Segundo a ocorrência, a cadela envolvida no caso não possui tutor identificado e vive em situação de rua.
Não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde do animal após a intervenção policial.
Polícia Civil vai investigar o caso
A Polícia Civil será responsável por apurar as circunstâncias da ocorrência e esclarecer os fatos relatados na denúncia.
As investigações deverão analisar os elementos reunidos pela Polícia Militar, além de eventuais imagens, testemunhos e outros materiais que possam contribuir para a conclusão do inquérito.
Caso sejam confirmadas as suspeitas, o investigado poderá responder pelos crimes previstos na legislação de proteção aos animais.






