Minas Gerais voltou a registrar uma tragédia aérea em menos de 24 horas, ampliando o clima de alerta no estado. Um piloto foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (5) após a queda de um avião agrícola no município de João Pinheiro.
O caso ocorre logo após outro acidente aéreo registrado na segunda-feira (4) em Belo Horizonte, que terminou com três mortes.
Desaparecimento durante pulverização
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, a aeronave modelo Embraer Ipanema 203, matrícula PP-SBF, realizava um voo de pulverização em um canavial quando deixou de retornar ao ponto de decolagem dentro do tempo previsto.
Diante do desaparecimento, equipes de resgate iniciaram buscas ainda na segunda-feira (4), mobilizando operações na região rural.
Avião é localizado e piloto estava na cabine
Na manhã desta terça-feira (5), os bombeiros localizaram o avião em uma área de mata próxima à plantação.
O piloto foi encontrado dentro da cabine, já sem vida.
A área foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil de Minas Gerais, que ficará responsável por investigar as causas do acidente.
Segunda queda em menos de 24 horas
A nova ocorrência reforça a sequência preocupante de acidentes aéreos em Minas Gerais.
Na segunda-feira (4), a queda de uma aeronave em Belo Horizonte resultou na morte de três pessoas:
Wellinton de Oliveira Pinto
Fernando Souto Moreira, de 34 anos
Leonardo Berganholi Martins, de 50 anos
Leonardo chegou a ser socorrido em estado gravíssimo e encaminhado ao Hospital João XXIII, mas não resistiu aos ferimentos.
Investigações e alerta
Agora, os dois acidentes passam a ser investigados pelas autoridades competentes.
No caso de João Pinheiro, ainda não há confirmação sobre o que causou a queda da aeronave.
Especialistas apontam que voos agrícolas exigem alta precisão e envolvem riscos maiores, especialmente em operações de baixa altitude.
Clima de preocupação no estado
A sequência de tragédias em curto intervalo de tempo levanta questionamentos sobre segurança aérea, especialmente em aeronaves de pequeno porte.
Enquanto isso, familiares das vítimas aguardam respostas e as investigações seguem em andamento.






