Um novo acidente grave registrado na rodovia MG-167, entre Varginha e Três Pontas, reacendeu o alerta sobre o trecho conhecido como “Curva da Morte”. A colisão entre um carro de passeio e um caminhão deixou um homem ferido após ele ficar preso às ferragens.
O acidente ocorreu em um ponto já marcado por ocorrências frequentes, o que intensifica o debate sobre segurança viária e possíveis falhas estruturais na via.
Vítima ficou presa às ferragens e sofreu fraturas
De acordo com as informações mais recentes, a vítima — um homem com idade estimada entre 25 e 30 anos — precisou ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com uso de técnicas de desencarceramento.
Ele sofreu fraturas nos dois braços e recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, sendo encaminhado para uma unidade de saúde da região. Até o momento, não há atualização oficial detalhada sobre o estado de saúde.
Dinâmica aponta possível invasão de contramão
As primeiras apurações indicam que o carro pode ter invadido a contramão, o que teria provocado a colisão frontal com o caminhão. No entanto, as circunstâncias exatas ainda serão apuradas.
Apesar desse indicativo, o histórico do local mantém o questionamento: o problema é apenas comportamento do motorista ou há fatores estruturais contribuindo para os acidentes?
Trecho acumula histórico de acidentes
Conhecido como “Curva da Morte”, o ponto já foi cenário de diversas ocorrências ao longo dos anos, incluindo colisões frontais, capotamentos e acidentes com vítimas presas às ferragens.
Moradores e motoristas que utilizam a via frequentemente relatam insegurança, principalmente em razão do traçado da pista, visibilidade reduzida e possíveis falhas de sinalização.
Debate sobre responsabilidade ganha força
Diante da recorrência de acidentes, especialistas apontam que pode haver discussão sobre responsabilidade do poder público. Quando há repetição de sinistros em um mesmo trecho, entram em análise fatores como:
- Condições da pista
- Sinalização adequada
- Engenharia viária
- Adoção de medidas preventivas
Caso sejam identificadas falhas ou omissões, o Estado pode ser responsabilizado.






