Turma do chapéu faz esquenta da ‘Queima do Alho’ com viola e resenha no Parque de Exposições de Divinópolis

Irajá Nogueira destacou o clima de emoção antecipada no parque e classificou a Queima do Alho como uma festa extraordinária e da caridade

Publicado por: Geraldo Passos

O clima da Queima do Alho já começou a tomar conta do parque antes mesmo da data oficial. Em um encontro descontraído, na última quinta-feira, a turma do chapéu, já noite a dentro, se reuniu para uma resenha de cantoria, viola e prosa boa, transformando a noite em um verdadeiro esquenta da festa mais tradicional e solidária da programação sertaneja local.

A movimentação mostrou que, quando o assunto é tradição, o povo não espera a porteira abrir de vez. Bastou a reunião da turma apaixonada pelo rodeio, pela moda e pelo ambiente da festa para o local ganhar cara de evento grande, com música ao vivo, clima leve e aquele tipo de encontro que mistura amizade, cultura sertaneja e expectativa.

Continua depois da publicidade

O Divinews também conversou com a jovem dupla sertaneja Cora & Theu, que deu uma palinha da música da Queima do Alho, composta pelo pai dos dois. Ricardo Vitor, cantor de MPB e rock, também entrou na resenha e participou do pocket show. A noite ainda teve a presença de uma dupla sertaneja que vai abrir o show de Leonardo na Divinaexpo, mas o nome, por enquanto, segue guardado a sete chaves.

Foi justamente nesse ponto que a fala do presidente do Sindicato Rural, Irajá Nogueira, deu o tom da noite. Ao comentar o encontro, ele resumiu a cena como uma antecipação das emoções que já cercam a Divinaexpo e, principalmente, a Queima do Alho. Na leitura dele, a turma do chapéu resolveu fazer uma festa no parque para começar a viver esse momento antes da hora, já colocando todo mundo no clima da programação que se aproxima.

A maneira como Irajá descreveu a noite mostrou que não se tratava apenas de uma reunião casual. Havia ali um sentimento de aquecimento emocional para o que vem pela frente. O parque virou ponto de encontro de quem já carrega no peito o espírito da festa e decidiu transformar uma quinta-feira comum em uma prévia carregada de identidade, música e tradição.

Ao falar da Queima do Alho, Irajá foi direto ao destacar o peso que o evento tem dentro da agenda local. Ele classificou a festa como “extraordinária” e reforçou que se trata de uma “festa da caridade”. A observação não foi detalhe. Ela reposiciona a Queima do Alho não apenas como atração de entretenimento, mas como celebração de forte valor social, afetivo e comunitário.

Na mesma linha, Irajá ampliou o alcance do comentário ao incluir também a Divinaexpo como uma festa que contagia Divinópolis e toda a região. Com isso, a fala dele não só elogiou o evento, mas ajudou a explicar por que encontros como aquele têm tanta força simbólica: eles funcionam como extensão da expectativa popular que já cerca a programação oficial.

Outro ponto importante ressaltado por Irajá foi a intenção de manter esse clima vivo nas próximas semanas. Segundo ele, a própria turma do chapéu pediu para se reunir no parque toda quinta-feira, em uma espécie de resenha fixa até a aproximação dos eventos maiores. A ideia reforça que a noite não foi um episódio isolado, mas o começo de uma sequência de encontros que podem transformar o parque em ponto de esquenta da temporada sertaneja.

Continua depois da publicidade

Essa observação também deu à noite uma dimensão geracional. Irajá fez questão de destacar a juventude, o entusiasmo e o amor que esse público demonstra pelo rodeio. O comentário ajuda a mostrar que a tradição não está presa apenas à memória dos mais antigos. Ela continua viva porque encontra eco em uma nova geração que quer ocupar o parque, cantar, tocar e viver intensamente esse ambiente.

A noite também serviu para valorizar talentos que aparecem nesse universo. Irajá chamou atenção para os músicos que estavam tocando, citando os meninos Cora e Teo e depois o pai deles, Ricardo, em uma cena que, para ele, simboliza exatamente isso: a Divinaexpo e seus arredores como espaço de revelação artística, encontro entre gerações e fortalecimento da cultura do evento.

Foi esse conjunto que deu força ao encontro. A resenha teve viola, gaita, moda, cantoria e espontaneidade, mas teve também uma mensagem clara vinda da presidência do Sindicato Rural: a Queima do Alho já mexe com o imaginário do público muito antes de começar oficialmente. E aquela noite no parque serviu justamente para provar isso.

Mais do que anunciar uma festa futura, o encontro entregou atmosfera. O parque virou ponto de resenha, a turma do chapéu puxou o compasso, e o esquenta cumpriu o papel de lembrar que certas tradições não começam no dia marcado. Elas começam antes, quando o povo decide viver o evento com antecedência, paixão e memória.

A noite, portanto, funcionou como uma espécie de retrato antecipado do que a Queima do Alho representa para tanta gente. Na visão de Irajá Nogueira, era a emoção já batendo à porta, com o parque pulsando no compasso da viola e com o sentimento de que a grande festa já começou no coração de quem a vive.

 

 

Continua depois da publicidade

comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

🛈 Aviso sobre comentários no Divinews

Os comentários publicados nesta página são de inteira responsabilidade de seus autores. O Divinews Portal de Notícias Ltda não se responsabiliza pelas opiniões, acusações, ofensas ou informações expressas por terceiros.

Comentários que contenham conteúdo difamatório, injurioso, racista, discriminatório, ameaçador ou que incentivem a violência poderão ser removidos sem aviso prévio.

Em caso de requisição judicial, o Divinews fornecerá às autoridades competentes as informações de identificação do usuário, incluindo o endereço de IP da máquina utilizada, conforme prevê a legislação brasileira.

Continua depois da publicidade

artigos  relacionados