Mulher é presa em flagrante por tentativa de furto e injúria racial em Divinópolis

A suspeita, que já possui passagens por crimes graves, tentou sair do estabelecimento sem pagar pelos produtos e proferiu insultos discriminatórios ao ser barrada.

Publicado por: Gabryel Dias

A tarde desta terça-feira (24) registrou uma ocorrência de grande repercussão no bairro Niterói, em Divinópolis. Os militares do 23º Batalhão prenderam uma mulher em flagrante após uma tentativa de furto evoluir para ataques racistas dentro de um supermercado na Avenida Magalhães Pinto. A confusão começou quando funcionários do estabelecimento perceberam que a cliente tentava sair com mercadorias sem passar pelo caixa. Ao ser impedida, a mulher iniciou um tumulto e passou a proferir ofensas de cunho discriminatório contra um dos trabalhadores.

Rastreamento e prisão em bar da região

Logo após o conflito, a suspeita fugiu do supermercado, o que mobilizou as guarnições da Polícia Militar em um rastreamento imediato. Com base nas características físicas e vestimentas repassadas pelas testemunhas, os agentes localizaram a mulher em um bar na Rua Niquelina, ainda na mesma região. Durante a abordagem, os policiais confirmaram a identidade da envolvida e efetuaram a prisão pelos crimes de tentativa de furto e injúria racial.

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Histórico criminal extenso e perigoso

Um detalhe que chamou a atenção das autoridades foi a ficha criminal da detida. De acordo com a Polícia Militar, a mulher já é conhecida no meio policial por possuir registros em crimes de extrema gravidade, incluindo homicídio, roubo e lesão corporal. Além desses, ela também acumula passagens anteriores por furto, ameaça e perturbação da ordem. Essa reincidência reforça o perfil de periculosidade da envolvida, que agora retorna ao sistema prisional para responder por mais esses delitos.

Procedimentos na Delegacia de Polícia Civil

A guarnição conduziu a presa diretamente para a Delegacia de Polícia Civil para a ratificação do flagrante. O funcionário ofendido também prestou depoimento para formalizar a denúncia de injúria racial, crime que atualmente possui rigorosa punição na legislação brasileira. As investigações agora seguem sob responsabilidade da Polícia Civil, que deve apurar se houve outros danos ao estabelecimento durante a confusão.

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