A família de Cícero Cipriano Alves, de 57 anos, vive há meses uma angústia que só quem já passou por isso conhece. Ele saiu de Maceió, capital de Alagoas, há cerca de 1 ano, com o objetivo de procurar emprego e recomeçar a vida em Divinópolis. O plano era simples e comum a tantos brasileiros: vir, trabalhar e se estabilizar. O problema é que, depois da viagem, o contato foi se perdendo até desaparecer por completo.
O pedido de ajuda chegou ao Divinews por meio de Diogo Cipriano, primo de Cícero, que afirma que a família não está buscando “culpados”, nem levantando suspeitas precipitadas. O que existe, segundo ele, é preocupação genuína. O silêncio prolongado não combina com a história familiar, porque não houve desentendimento, briga ou rompimento que justificasse o sumiço.
A confirmação de que Cícero chegou a Divinópolis, segundo o relato do primo, veio de um ponto concreto. Um parente afirma que Cícero esteve na casa de outro familiar na cidade, o que reforça que ele desembarcou e circulou por aqui. A partir desse momento, porém, a família não conseguiu mais manter comunicação regular e acabou ficando sem notícias.
Diogo relata que Cícero é solteiro e não tem filhos. Esse detalhe pesa na busca, porque torna mais difícil rastrear rotina, vínculos e locais frequentados. Sem um núcleo familiar próprio na cidade, a pessoa pode se deslocar com mais liberdade, mudar de endereço e de contatos, ou mesmo enfrentar vulnerabilidades que passam despercebidas quando não há rede próxima acompanhando o dia a dia.
O caso não é tratado pela família como sensacionalismo. O pedido é simples: localizar. Às vezes, desaparecimentos assim têm desfechos cotidianos, troca de número, perda de documentos, mudança de moradia, dificuldades financeiras, problemas de saúde ou até vergonha de pedir ajuda. E é exatamente por isso que o apelo é feito agora, para que o tempo não aumente ainda mais a incerteza.
Quem tiver qualquer informação sobre Cícero Cipriano Alves pode entrar em contato pelo telefone (82) 98866-4454 e falar diretamente com Diogo. A família pede que qualquer dado, por menor que pareça, seja repassado, porque uma informação simples pode ser o ponto de virada para reencontrar o caminho.






