Dengue avança em Divinópolis com 2.203 casos confirmados e seis mortes sob investigação

Publicado por: Redação

O avanço da dengue em Divinópolis em 2025 acende um alerta para autoridades de saúde e população. A cidade já soma 3.389 casos notificados de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, sendo 2.203 confirmações de dengue. Entre os pacientes, 223 precisaram de hospitalização, e seis mortes seguem em investigação.

A faixa etária mais afetada vai de 20 a 29 anos, com 653 casos confirmados. Logo depois aparecem pessoas de 30 a 39 anos e 40 a 49 anos. As mulheres representam 55% dos registros, enquanto os homens correspondem a 45%.

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Bairros mais afetados

Além disso, o levantamento mostra que o Centro lidera as notificações de dengue, com 195 registros, seguido de perto pelo Bom Pastor, com 192 casos. Outros bairros também apresentam números expressivos:

  • Santa Rosa: 134

  • Porto Velho: 83

  • Belvedere: 72

  • Sagrada Família: 69

  • São José: 69

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  • Interlagos: 68

  • Nossa Senhora das Graças: 65

  • Padre Eustáquio: 60

  • Planalto: 60

  • Rancho Alegre: 59

  • Manoel Valinhas: 59

Situação da chikungunya

Portanto, além da dengue, o boletim aponta 69 notificações de chikungunya, com 17 confirmações. A doença levou três pessoas à internação. Não há óbitos confirmados ou em investigação por chikungunya.

Zika vírus sem registros confirmados

O zika vírus aparece com três notificações, entretanto, nenhum caso confirmado em 2025. Não houve hospitalizações ou mortes relacionadas à doença na cidade.

Preocupação e prevenção

Portanto, cenário preocupa por mostrar que bairros centrais e populosos concentram a maioria dos casos, o que aumenta o risco de disseminação. A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância da eliminação de criadouros, uso de repelentes e busca rápida por atendimento em caso de sintomas.

Além disso, em 2025, o combate ao Aedes aegypti exige mobilização conjunta. A população precisa manter quintais limpos, tampar caixas d’água e evitar qualquer acúmulo de água parada. Já as equipes de saúde intensificam ações de vistoria, aplicação de larvicidas e campanhas educativas para frear o avanço da doença.

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