Achou que o frio tinha dado tchau? Pois pode tirar o cobertor da gaveta de novo, separar a capa de chuva e deixar o ventilador ao alcance da mão. Minas Gerais vai enfrentar uma verdadeira montanha-russa climática ao longo da semana. É tempo de sol, chuva, granizo, calor, geada e ventos fortes — tudo junto e misturado. Quem traz os detalhes são os especialistas que, com bom humor e alertas importantes, já antecipam: essa previsão do tempo parece roteiro de novela mexicana!
Segunda e terça: alerta de tempestades
A semana começa sob a influência de uma frente fria associada a um ciclone extratropical, aquele sistema de baixa pressão que costuma causar ventos fortes e mudanças bruscas no tempo. Resultado?
Tempestades com rajadas de vento e possibilidade de granizo, especialmente no Triângulo Mineiro e no Sul de Minas. E não para por aí. A região metropolitana de Belo Horizonte, Zona da Mata, Centro-Oeste e Região Central de Minas também devem se preparar para pancadas fortes.
“Então ó, atenção redobrada na hora de sair de casa”, alertam os meteorologistas.
Quarta em diante: frio volta com força
Logo depois da chuvarada, o tempo começa a se estabilizar. Mas não pense que é hora de guardar os casacos! A calmaria trará chuvas fracas e isoladas, concentradas no Leste e Norte de Minas, mas o frio… esse vai bater forte!
As temperaturas mínimas no Sul de Minas podem chegar a 1ºC, com risco de geada intensa.
Já no Norte do Estado, o sol continua de castigo com termômetros marcando até 35ºC.
Umidade do ar: mais seca que piada ruim
A umidade do ar segue crítica, especialmente no Norte e no Triângulo Mineiro, com valores em torno de 11% — patamar alarmante. É aquele clima “duas caras”: de manhã geada, à tarde deserto do Saara.
“É hora de relembrar os cuidados básicos: bacias com água, toalhas molhadas, nada de exposição ao sol nas horas mais quentes e muita, muita hidratação.”
Alerta para o campo e para todos nós
Produtores rurais devem redobrar a atenção: culturas sensíveis podem ser afetadas pelo frio e pela geada. O cuidado também deve se estender à saúde da população, especialmente crianças e idosos.
“Porque no fim das contas, Defesa Civil somos todos nós”, reforçam os especialistas.






