A manhã da última sexta-feira (5) começou com um forte cerco policial em diversas regiões de Divinópolis. A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) deu início à 2ª fase da Operação Muralha do Centro-Oeste, com foco na repressão qualificada aos crimes de homicídio.
Com o apoio de tropas especializadas da capital mineira, como o Batalhão de Choque, além do Grupo Especializado em Recobrimento (GER) da 7ª Região, militares do Tático Móvel e do 23º Batalhão se somaram ao esforço coordenado para garantir mais segurança à população. A operação visa sufocar o avanço da criminalidade violenta, especialmente os homicídios que preocupam moradores de bairros considerados mais críticos.
De acordo com a PM, a nova fase da operação representa a continuidade de uma estratégia eficaz de ocupação e inteligência. A presença ostensiva nos pontos sensíveis da cidade é acompanhada por monitoramentos, cumprimento de mandados e bloqueios em vias estratégicas.
“Essa operação reafirma o compromisso da Polícia Militar com o bem-estar da sociedade. Estamos utilizando todos os meios disponíveis para coibir ações criminosas, especialmente os homicídios que ameaçam a tranquilidade da comunidade”, destacou.
Não têm prazo para acabar
Portanto, as ações, segundo a instituição, não têm prazo para acabar. A intenção é manter a pressão sobre facções, organizações e indivíduos envolvidos com atividades ilícitas, inclusive com foco em disputas territoriais do tráfico de drogas, frequentemente associadas aos assassinatos registrados na cidade.
Além da repressão direta, a operação atua de forma preventiva, reforçando a sensação de segurança em áreas de maior vulnerabilidade. Nos próximos dias, novas ações e desdobramentos podem realizados, inclusive com apoio do helicóptero Pegasus.
A Operação Muralha do Centro-Oeste teve sua primeira fase realizada no primeiro semestre deste ano, com diversas apreensões, prisões e queda nos índices de criminalidade nos setores onde desencadeada. Agora, a nova fase amplia o raio de atuação com estratégias de inteligência e integração regional. A PMMG reforça que denúncias anônimas feitas pelo 181 e que a participação da população é fundamental no enfrentamento à violência.






