Nesta quarta feira, (12), a Associação Comunitária para Assuntos de Segurança Pública (ACASP) realizou uma reunião ordinária para abordar preocupações relevantes da comunidade de Divinópolis. O encontro focou em questões de segurança tanto urbana quanto rural, além de riscos ambientais e de saúde pública.
Um dos temas centrais foi a insegurança causada pela queda de um muro em um terreno abandonado na esquina da Avenida Primeiro de Junho com Itapecerica. Moradores relataram que essa situação facilitou invasões e pode ter contribuído para furtos recentes, incluindo o roubo de cabeamento na Unimed. A comunidade também expressou preocupação com o barulho excessivo proveniente de um comércio no Bairro Ipiranga, afetando o sossego dos moradores.
A segurança nas áreas rurais também foi discutida, com cidadãos denunciando um aumento nos furtos e solicitando um patrulhamento mais intenso. Além disso, foram feitos alertas sobre queimadas em terrenos urbanos e propriedades rurais, que representam riscos significativos de incêndios.
Outro ponto abordado foi a infestação de escorpiões na cidade. Os participantes destacaram que as galerias de esgoto podem estar contribuindo para a proliferação desses animais, aumentando os perigos à saúde da população.
O presidente da ACASP, Breno Clementino, pediu esclarecimentos sobre o programa de videomonitoramento Olho Vivo. Ele questionou se as câmeras estão funcionando adequadamente e se haverá investimentos para garantir a continuidade do programa. Breno solicitou que a Prefeitura forneça informações detalhadas sobre o status do sistema nas próximas reuniões.
Clementino enfatizou a importância do papel da ACASP em intermediar as demandas da comunidade com as forças de segurança e outros órgãos competentes. Ele destacou que os participantes já notam um retorno mais ágil às suas preocupações. “Na reunião anterior, apresentamos denúncias e hoje o Corpo de Bombeiros trouxe informações sobre as providências tomadas. Isso mostra que estamos fortalecendo a comunicação entre a população e as instituições responsáveis”, concluiu.






