Na manhã desta terça-feira (11), a Praça do Santuário em Divinópolis se tornou o cenário de uma importante operação da Polícia Militar, que, em parceria com a Secretaria de Assistência Social da cidade, visava realizar abordagens a moradores em situação de rua. Nomeada “De volta para casa”, a ação teve como objetivo principal oferecer acolhimento e serviços sociais a essa população vulnerável.
As equipes da Polícia Militar, acompanhadas por assistentes sociais, realizaram vistorias em diversos pontos do centro da cidade, incluindo o Mercado Distrital e a Praça da Catedral. O foco era identificar indivíduos que necessitam de suporte e recursos para reintegração social. Durante essas abordagens, os agentes estavam atentos não apenas às necessidades dos moradores de rua, mas também à segurança pública.
O que começou como uma operação voltada para o acolhimento ganhou contornos inesperados quando um dos homens abordados foi identificado como foragido da Justiça. O suspeito, um homem de 49 anos oriundo do estado da Bahia, possuía um Mandado de Prisão Judicial em seu nome. Investigando sua situação, os policiais constataram que ele tinha registros anteriores por crimes de roubo e furto.
Imediatamente após a confirmação do mandado, o homem foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia local para a realização dos procedimentos necessários.







Geraldo, faz uma reportagem sobre a gestão e programas da assistência social com os moradores de rua. A secretaria entregou os serviços para instituições religiosas, amiga da vice-prefeita e que recebe muito dinheiro e não temos nem um albergue.
Idoso e deficientes não são aceitos no serviços de acolhimento para pernoitar. Serviço sem acessibilidade, com muitas regras e que instituem suspensão de acesso ao serviço por até 3 meses o que não atendem a legislação nacional que fala que o centro pop tem que atender Todas as idades e garantir atendimento a pessoa em situação de rua e ter espaço para acolher animais.
No final do mandato veio uma entidade via chamamento público que está há anos fazendo serviços junto a assistência social de outros municípios que a gestão deu jeito de acabar com a parceria e colocar os “amigos do rei e da rainha” . A assistência anda de mal a pior