O Divinews tem recebido constantes denúncias, sob a égide do sigilo, por total pavor de retaliação de uma administração que tem por hábito o assédio moral. Fato é que, em seus relatos muitos têm sido obrigados a participarem da campanha de reeleição do prefeito Gleidson Azevedo. Os métodos utilizados para a coação, uns são explícitos e outros subliminares. Utilizando os mais diversos canais, como mensagens viralizadas por WhatsApp e como é o caso da abaixo narrada, por e-mail. Que são criados para fins específicos. Como esse que foi enviado por um formulário de contato do Divinews. Como obrigação de prestar um serviço cívico em nome da Democracia o Divinews o reproduz e se coloca a disposição do Ministério Público Eleitoral para prestar esclarecimentos necessários – Contudo, é sintomático que, quase praticamente todos os cargos comissionados estejam usando a logomarca do candidato em seus perfis nas redes sociais. Como se houvesse unanimidade espontânea entre os servidores efetivos que estão em cargos comissionados. Existe a ferramenta “Pardal” para denúncias deste tipo de crime.
Cidade: Divinópolis
Estado: Minas Gerais
Mensagem:
Bom dia, gostaria de fazer uma denúncia anônima.
Nós, servidores efetivos que hoje temos cargo em comissão, fomos CONVOCADOS a participar de uma reunião onde estiveram presentes o prefeito e a vice. Ela, de uma maneira menos invasiva, falou que quem quisesse apoiá-los ela agradeceria. O ogro Gleidson por sua vez gritou que não era quem quisesse não, que todos nós tínhamos obrigação de fazer campanha pra eles, afinal foram eles que nos deram o cargo de confiança e que agora é hora da gente retribuir de alguma forma, como se nós não estivéssemos fazendo nosso trabalho.
Diante dessa fala, estamos sendo quase que obrigados a sair todas as noites e finais de semana para panfletar, adesivar e até fazer vídeo com aquela dancinha ridícula em apoio ao muleque mimado. Vocês acham que todos nós faríamos isso voluntariamente, depois do descaso que somos tratados e principalmente, depois de um dia cansativo e muitas vezes com outros afazeres???
Essa programação de onde ir e o que fazer está sendo realizada por servidores comissionados e não efetivos (os chamados puxas sacos), em seus locais de trabalho, durante o horário de trabalho e muitas vezes utilizando de materiais públicos.
Um caso que me chamou atenção foi uma reunião realizada na secretaria de cultura, no final do mês de agosto, onde todos os coordenadores e gerentes foram convocados, inclusive com a presença do secretário. O Sr Mateus Henrique Ribeiro, diretor da Emop saiu aqui da Emop com seu gerente Rodrigo, utilizando o carro da Emop e se dirigiu para a secretaria para participar da reunião. Ao retornar, trouxe planilhas, cronogramas feitos por Taís (que me parece ser a responsável por esta equipe) e começou a delegar quem iria, pra onde, quando e fazer o que.
Nesse final de semana em específico, fizeram o ” serviço” em Ermidam. Depois temos que trazer pequenos relatórios de onde “trabalhamos”. Não temos a opção de não participar, uma vez que o chefe do executivo foi quem deu a ordem e temos medo de denunciar, pois todos sabem das perseguições que acontecem nessa administração desde o início. Por favor, alguém nos ajude. Segundo Mateus, a Taís é quem faz e tem todas essas planilhas, tanto física como no computador de trabalho dela.






