O ex-coach e candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, está no centro de uma série de acusações e controvérsias. Marçal, que se apresentou como um empresário de origem humilde que fez fortuna do nada, não revelou ao público que, em 2005, foi preso por integrar a maior quadrilha de fraudes bancárias do Brasil. Em 2010, ele foi condenado por esses crimes, mas recorreu da sentença por oito anos até a condenação prescrever em 2018, alegando falta de advogado, o que é contestado devido aos altos custos envolvidos em recorrer.
Desde 2022, quando decidiu entrar para a política, Marçal teve sua candidatura anulada por irregularidades no registro eleitoral e, em 2023, a Polícia Federal realizou uma busca e apreensão em sua residência, revelando investigações por falsidade ideológica, apropriação em débita e lavagem de dinheiro. Mais recentemente, surgiram suspeitas sobre a origem do financiamento de sua campanha, com alegações de que ele criou perfis falsos nas redes sociais para disseminar conteúdo e atacar adversários.
Apesar de uma decisão judicial permitindo a criação de novos perfis sem financiamento ilegal, Marçal foi novamente acusado de violar regras e usar estratégias de manipulação digital. No próximo domingo, 1º de setembro, Marçal enfrentará um debate onde seu principal adversário promete desmascará-lo e expor as irregularidades em sua campanha.
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