Segundo pesquisa do Congresso em Foco, dos 69 deputados que planejam disputar as eleições municipais, 16 estão sendo investigados, enquanto 10 respondem a ações judiciais por improbidade administrativa. Na pesquisa aponta que os deputados do partido PL(do ex-presidente Bolsonaro) são os com maior ações judiciais.
O Congresso em Foco identificou que, dos 69 deputados que planejam disputar as eleições municipais de 2024, 16 são investigados ou réus criminais, enquanto 10 respondem a ações judiciais por improbidade administrativa. Entre os processos criminais, a maior bancada da Câmara dos Deputados, o PL, partido do ex-presidente Bolsonaro, é o que mais tem deputados investigados ou réus. No total, são cinco representantes do partido que são pré-candidatos e réus.
De acordo com os dados do Congresso em foco:
- O deputado André Fernandes (PL-CE), pré-candidato à prefeitura de Fortaleza, é alvo do Supremo Tribunal Federal em inquérito de investigação penal.
- Representante do PL na disputa pelo Rio de Janeiro, o Delegado Alexandre Ramagem (PL-RJ) é investigado em inquérito que corre no STF, no caso da Abin Paralela. Também é alvo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por uso indevido de meio de comunicação social.
- O Delegado Éder Mauro (PL-PA), que está no pleito pela prefeitura de Belém, é alvo de cinco ações do TSE, uma delas por injúria contra o atual governador do Pará, Helder Barbalho.
- Alvo do inquérito das fake news, do Supremo, o deputado Junio Amaral (PL-MG) é pré-candidato à prefeitura de Contagem.
- O deputado Professor Alcides (PL-GO), pré-candidato em Aparecida de Goiânia, é alvo de três processos, dois deles do TSE e um do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).
Em segundo lugar vem o MDB, com três pré-candidatos ou réus criminais: Antônio Doido (PA), investigado pelo TSE e pelo TRF1; Keniston Braga (PA), investigado pelo TSE por captação ou gasto ilícito de recursos de campanha; e Ulisses Guimarães (MG) alvo do Tribunal Federal da 6ª Região (TRF6) em ação penal por quadrilha ou bando. Os emedebistas são candidatos respectivamente em Ananindeua, Parauapebas e Poços de Caldas.
O PT, do presidente Lula, aparece ao lado do PP, de Arthur Lira (PP-AL), com dois pré-candidatos investigados. A Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), pré-candidata a Goiânia, responde no TSE em inquérito policial por falsidade ideológica. Também alvo do TSE, Dimas Gadelha (PT-RJ), pré-candidato por São Gonçalo, responde por corrupção eleitoral.
Do PP, são réus Clarissa Tércio (PE), candidata por Jaboatão dos Guararapes, em investigação penal do STF, e Marcelo Queiroz (RJ), pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, em investigação do TSE por boca de urna.
Entretanto, diferente das ações criminais apontadas, o partido PL não tem nenhum deputado que responde por improbidade administrativa. É importante lembrar que essa ação de improbidade administrativa é de natureza cível, diferente das ações criminais. Entre os 69 pré-candidatos, esses são os que respondem por tais ações, refletindo em suas campanhas e na confiança do eleitorado:
Adriana Accorsi, Dimas Gadelha – que também estavam na lista anterior – e Washington Quaquá (RJ), que é pré-candidato a Maricá. – que são fialidos ao partido do PT
*Nota: Ser investigado ou réu não significa culpa, pois o processo judicial pode resultar na inocência do parlamentar. É importante que o eleitor esteja atento às pendências judiciais de seus representantes.
*Dados retirados do Congresso em Foco







Até o PT tá na lista! 😂 com 2 candidatos ,o restante, do PL e outros da extrema-direita e da direita 😂 É mole? 😂 🤣