Delegado aposentado que trabalhou em Divinópolis foi queimado vivo dentro de casa em Sete Lagoas; esclarece o caso

Publicado por: Jhenifer Gonçalves

Em coletiva de imprensa a delegada de Homicídios de Sete Lagoas, Dra. Fernanda Mara de Assis Costa, atualizou o andamento das investigações sobre o assassinato do delegado aposentado e advogado criminalista aposentado Hudson Maldonado, de 86 anos e que já trabalhou em Divinópolis. O crime ocorreu nesta última quarta-feira (22). Ele foi queimado vivo dentro de sua própria asa, no bairro CDI.

A delegada informou que ainda são poucas as informações disponíveis para uma conclusão sobre o caso. Até o momento, não foi identificada a causa exata da morte, embora o corpo tenha sido queimado. Como o caso é recente, ainda não foi definida uma linha de investigação específica.

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A primeira testemunha a ser ouvida será a cuidadora de Maldonado, que já relatou estar profundamente abalada. Segundo seu depoimento, um homem armado com uma faca a abordou na porta da casa do ex-delegado e exigiu que ela saísse do local. Pouco depois, ela viu o fogo se espalhar pela residência.

O ex-delegado, que estava acamado e doente, encontrava-se sozinho em seu quarto no momento do ataque. A delegada destacou que, devido ao estado crítico de Maldonado, é possível que o fogo tenha sido ateado diretamente em seu corpo, o que depois provocou o incêndio no quarto.

Atualmente, os investigadores estão aguardando o laudo da necropsia para determinar se Maldonado foi esfaqueado antes ou depois de ser incendiado. Um sistema de videomonitoramento presente no local foi danificado pelo fogo, mas a equipe de investigação conseguiu recolher os equipamentos na esperança de recuperar os últimos registros.

O assassinato de Hudson Maldonado chocou os moradores de Sete Lagoas, onde ele era uma figura conhecida e respeitada, tendo servido como delegado regional e advogado criminalista. A delegada Costa mencionou a possibilidade de o crime estar relacionado a algum desafeto de Maldonado, mas destacou que todas as hipóteses estão sendo consideradas. O celular do ex-delegado foi levado pelo agressor, acrescentando mais um elemento à investigação.

As equipes da Polícia e investigação continuam trabalhando para esclarecer os detalhes desse crime.

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