Com 2 anos de atuação, Serviço de Atenção Domiciliar passa dos 11,7 mil atendimentos


O Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) comemora os quase 11.707 atendimentos feitos, em dois anos de atuação. O programa atende pacientes em casa, impossibilitados de se deslocar até um serviço de saúde e, que necessitem de cuidados e visitas mais frequentes.  

 O SAD foi criado de dezembro de 2018 e é constituído por duas Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (Emad) tipo I e uma Equipe Multiprofissional de Apoio (Emap) que atuam de forma complementar aos cuidados realizados na atenção primária e substitutiva ou complementar à internação hospitalar. A equipe multiprofissional é composta por enfermeiro, técnico de enfermagem, médico, fisioterapeuta, assistente social, nutricionista, terapeuta ocupacional, farmacêutico e fonoaudiólogo. 

A filha de Margarida Nunes Faria, de 85 anos, e paciente do programa, conta que a mãe, no ano passado, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e, desde que começou com o acompanhamento, percebe uma evolução da idosa. “(Ela) não andava e ficava somente na cama e se alimentava por sonda. Agora, já caminha e se alimenta. A equipe do SAD nos ofereceu apoio e tivemos excelentes resultados”, conta Namir Nunes Faria.  

A permanência do paciente no Serviço de Atenção Domiciliar é transitória e fica até 60 dias para estabilização do quadro clínico e melhora da condição aguda. “Após a estabilização do quadro clínico e melhora da condição aguda será realizada a transição de cuidados para a Atenção Primária a Saúde”, explica a coordenadora do SAD, Marlene Medeiros. 

Para participar do SAD é preciso realiza atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Hospital São João de Deus ou Atenção Primária à Saúde.  As principais indicações para o acompanhamento de pacientes pelo SAD são doenças agudas que necessitem de cuidados intensificados, doença crônica degenerativa que demande avaliação no mínimo semanal, cuidados paliativos com necessidade de acompanhamento clínico semanal com a finalidade de controlar a dor e sofrimento. 

 “Com a implantação do SAD, o usuário e família ganha conforto, além de não ficar exposto à infecção hospitalar. Outra vantagem é a disponibilização de leitos para os usuários que necessitam de internação hospitalar. Tem uma tendência menor de uso de exames e medicamentos e a otimização de recursos, além de promover autonomia dos usuários e familiares”, destaca a coordenadora do SAD. 

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