Em Belo Horizonte quem manda é o prefeito Kalil, que através de decreto suspendeu alvarás de escolas e faculdades


Diferente de Divinópolis, em que o prefeito Galileu Machado é influenciado em suas tomadas de decisões por um séquito de secretários, assessores, comitês, empresários, em Belo Horizonte a despeito da existência do Programa Minas Consciente do Governo do Estado, o prefeito Alexandre Kalil é quem decide, e por isso assinou um decreto na manhã desta quinta-feira (24) suspendendo os alvarás de funcionamento e localização de instituições educacionais da cidade, aplicável a creches, escolas infantis e de nível fundamental e médio, assim como escolas superiores e centro de formação profissional. A autorização concedida para volta às aulas estão ligados aos cursos de saúde em escolas de nível superior da capital, para as aulas práticas e laboratoriais, o prefeito com pulso firme, também permitiu o retorno das atividades nas instituições de educação profissional de nível técnico.

A decisão do PREFEITO Kalil em suspender alvarás de instituições escolares foi tomada na última quarta-feira, logo após o anuncio de que o Estado de Minas Gerais, autorizou o retorno as aulas no ensino básico, maternal, fundamental e médio a partir de 5 de outubro, dos 218 municípios que estão na Onda Verde. Muito embora o secretário de Estado de Saúde Carlos Eduardo Amaral tenha dito que a presença de alunos não será obrigatória.

A Prefeitura de Belo Horizonte, que tem um único PREFEITO com pulso firme, explicou que quer manter o nível de circulação do coronavírus, sem aumenta-lo por esse motivo decidiu suspender os alvarás de creches, escolas e instituições de ensino superior.

Através do decreto, o município alega que o retorno às aulas presenciais na capital mineira poderia acarretar no aceleramento da transmissão do vírus, impactando a segurança de idosos e pessoas em situação de risco envolvidas na rotina escolar de crianças e adolescentes. O primeiro trecho do decreto resgata a discussão sobre o fato de que, muitas vezes, a infecção poderá ser assintomática em pessoas na faixa etária até 19 anos.

 

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