Segmentos evangélicos são vistos como forte capital eleitoral para as eleições de 2020; eles elegeram Bolsonaro e Crivella


O voto evangélico tem potencial para fazer a diferença nas eleições municipais do ano que vem, apontam especialistas em marketing político. Assim como ocorrido no pleito do Rio de Janeiro em 2016 e na eleição presidencial de 2018, os eleitores de segmentos evangélicos são um trunfo para a corrida de 2020.

“O candidato que consegue aglutinar o eleitorado evangélico parte de uma base significativa e abre caminho para uma vitória. Verificamos isso na eleição de Marcelo Crivella como prefeito do Rio, em 2016, e também na eleição de Jair Bolsonaro no ano passado”, avalia a relações públicas Jaqueline Santiago, especialista em marketing político e diretora-executiva da Agência Votto – Inteligência Política, de Belo Horizonte.

Atualmente em um giro pelo estado de Minas Gerais com o curso “Marketing Eleitoral e Mídias Sociais: eleições 2020”, a Agência Votto estará em Divinópolis nos dias 19 e 20 de outubro próximo, no auditório da Associação Comercial (Rua Serra do Cristal, Nº 1688 – Centro).

O curso tem o apoio da Associação Comercial de Divinópolis, do Hotel Ibis Budget Divinópolis e da Confeitaria Vitória. Mais informações pelo site www.votto.com.br ou pelo WhatsApp (31) 9.9202-7502. 

Agenda moral
Institutos de pesquisa como o Datafolha mostraram que Jair Bolsonaro (PSL) teve dez milhões de votos a mais que Fernando Haddad (PT) no eleitorado evangélico, justamente a vantagem que assegurou a vitória dele: 57,7 milhões contra 47 milhões de Haddad.

No Rio, em 2016, Marcelo Crivella (PRB) conseguiu 92% dos votos evangélicos neopentecostais e 80% dos evangélicos de outras correntes.

“A agenda moral, de costumes, mais conservadora, é uma pauta vista com bons olhos por grande parte do eleitorado evangélico. É um atalho cognitivo importante para os candidatos com esse perfil explorarem tanto no período de marketing político quanto no de marketing eleitoral”, observa o jornalista Marcelo Machado, especialista em marketing político e consultor colaborativo da Agência Votto.

Curso em Divinópolis
Os módulos do curso são: Marketing eleitoral em uma era de novos paradigmas; Eleições municipais em tempos de polarização; Teorias do comportamento eleitoral; A importância das pesquisas para a definição da estratégia; Construção da imagem; Imprensa, mídias sociais e desinformação; Como utilizar as mídias sociais; Legislação Eleitoral; Como planejar/estruturar uma campanha: passo a passo (com exercício prático). 

“Com a redução dos recursos e do prazo legal para realização de campanhas, o político precisa construir com antecedência um caminho seguro para sua candidatura. E isso se dá na pré-campanha. Ao conhecer as possibilidades legais de articulação e divulgação da sua imagem neste período, o candidato sai à frente e abre caminho para aceitação do eleitor a suas propostas”, informa Jaqueline Santiago. 

O valor do investimento no curso, pelo site da Votto, é de R$ 349. Diretamente na Acid, tem 10% de desconto no pagamento à vista.

 

Um comentário em “Segmentos evangélicos são vistos como forte capital eleitoral para as eleições de 2020; eles elegeram Bolsonaro e Crivella

  • 28 de setembro de 2019 em 11:59
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    Isso porque nós católicos digo a maioria concordamos. Simples assim. Só para se ter ideia nós não somos formadores de grupos e sim livres em DEus.

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