A jornalista, Amanda Quintiliano, do Jornal Agora, no momento que ia fazer sua pergunta, o vice, José Francisco Martins, pediu um aparte e entrou no assunto da política de habitação.
Ele colocou que no dia anterior à entrevista coletiva, quarta-feira (26/05), tinha acontecido uma reunião com o conselho de habitação, que a propósito, não existia e foi constituído na gestão de Vladimir.
Nesta reunião, segundo o vice, estiveram presentes toda a prefeitura e representantes da sociedade civil, entre os quais a Copasa e a Cemig. Francisco Martins, disse ainda que o superintendente Geral da Caixa, Constantino, vê Divinópolis como um exemplo a ser seguido, pela forma como está conduzindo os processos que envolvem a habitação, principalmente o “Minha Casa Minha Vida”, temos oportunidade de chegar a 1300 unidades, já que existem dois projetos protocolados na caixa.
Francisco, continuou, “se a gente conseguir efetivar isto tudo, de forma correta, vai ser um sucesso muito grande, isto sem contar o Lagoa dos Mandarins, que é uma parceria com o governo do estado. Então, até o final do governo em 31 de dezembro de 2012, a gente acredita ter a possibilidade de chegar a 1500 unidades habitacionais, o que uma vitória que nenhum governo conseguiu, é para marcar a história”, finalizou.
O prefeito, completou “Temos também a questão da COHAB com a ampliação da Lagoa dos Mandarins com mais 200 unidades, então a gente quer chegar próxima aí a 1.500. Até o final do governo, nos vamos chegar até mais de 2.000, envolvendo todos os projetos. Nova Suissa, Alto São Vicente, Alto São João de Deus”
Continuou, “No segundo semestre já vamos iniciar as obras do Alto São Vicente, vai revitalizar toda aquela região, que é importante. Vamos superar 2000 unidades no nosso governo. Coisas que somados aí mandato de três, dá mil e poucos. Então nós vamos conseguir chegar a 2000 unidades de habitação e moradia popular”.
A jornalista, Amanda Quintiliano, então, questionou a possível existência de um impasse no projeto da Lagoa dos Mandarins, isto porque o terreno seria do próprio estado, e o município que normalmente entra com o terreno como contra-partida, passa a ter problema neste caso.
O prefeito esclareceu que tem realmente alguns gargalos, e que o assessor João Luis, o Pancho, é quem tem acompanhado isto mais de perto, tentando desatar alguns nós. Ele comentou, que isso são coisas da burocracia, e que ainda tem outros problemas referente ao projeto inicial da grande trincheira que vai ser construída naquele local. Concluiu dizendo que no projeto tem que ser feitos algumas readaptações.
Finalizou, “Então essas burocracias estão sendo desatadas, mas virão as 200 casas, se Deus quiser”






