Marcos Vinicius (PSC) candidato a deputado estadual é liberado pela Justiça Eleitoral mesmo com diversas pendências financeiras da eleição para prefeito em 2008

Publicado por: suporte

O ex-vereador e presidente da Câmara de Divinópolis, Marcos Vinicius Alves da Silva, em 2008 foi um dos candidatos a prefeito de Divinópolis pelo PSC.

Marcos foi feito candidato a prefeito inicialmente com a aquiescência do então prefeito de Divinópolis, Demetrius Arantes Pereira, mas sem que o presidente do partido naquela época, Geraldo Passos concordasse com a decisão do prefeito.

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Posteriormente, o ex-prefeito mudou de idéia, e mais uma vez sem comunicar ao ex-presidente do partido (PSC) resolveu que não apoiaria mais a candidatura de Marcos Vinicius e tinha como intenção que Vera Prado, à época secretária de educação e também filiada ao PSC, se tornasse candidata, sendo cabeça de chapa ou vice em uma possível composição com Geraldinho Martins (DEM).

Geraldo Passos, não concordou com o vai-e-vem das posições de Demetrius e à sua e de seu grupo político, na convenção partidária, tornou Marcos Vinicius candidato a prefeito. Isto também porque Marcos garantiu ter recursos financeiros para “bancar” a campanha.

O que ocorreu, é que Demetrius, irado com a posição de Marcos e do PSC, resolveu que além de não apoiar o nome de Marcos, através de seus contatos no meio empresarial, fechou as portas da arrecadação de fundos para a campanha, e já no final passou a

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apoiar o nome de Vladimir Azevedo (PSDB) ao governo de Divinópolis, liberando todo o seu grupo político de cargo de confiança a fazer o mesmo ou apoiar outros candidatos.

A prova disto é que, existem no governo de Vladimir Azevedo muitos nomes que fizeram parte do governo Demetrius e que continuaram, entre os quais, nos primeiro escalão estão Lúcio Espíndola (Gerente do PAC) e Kelsen Rios (Controlador).

Houve ainda uma expectativa, que o PT contribuísse com a campanha e posteriormente com as dívidas, já que Baião, o vice, na chapa de Marcos Vinicius (PSC), pertencia ao partido.

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A campanha foi movimentada via Comitê Financeiro, isto porque, o candidato (Marcos Vinicius), não se sabe se de propósito ou não, disse que como seus cheques de campanha estava demorando a chegar e os cheques do comitê financeiro já haviam chegado, que a campanha fosse movimentada pelo Comitê.

Posteriormente, um mês depois é que ele informou que os seus cheques (do candidato) tinham chegados. Mas nesta altura, vários cheques do Comitê já haviam sido emitidos. Não era mais possível trocar.

O candidato (Marcos Vinicius) de forma irresponsável e inconseqüente, afirmou na época não ter conhecimento das dívidas. Qualquer político que tenha passado por um processo de eleição, sabe que isto é impossível. O presidente do Comitê Financeiro tinha reuniões constantes com os candidatos e os informava da situação.

Ao consultar o site do TRE-MG, constatasse que o seu nome saiu da condição de “com impugnação” e passou para o status de “aguardando julgamento”

É de se estranhar que a Justiça Eleitoral, tenha reprovado a prestação de contas de Marcos Vinicius, com veredicto da Juiza Andréia Barcelos, e o TRE-MG, bem como o TSE aprove uma prestação de contas para prefeito, que o mesmo declara ter gasto apenas R$ 1.460 reais.

E ainda que não sejam levados em consideração os inúmeros cheques sem fundos emitidos pelo Comitê Financeiro, referentes à campanha do candidato e nem os processos movidos por credores contra o próprio candidato e contra o Comitê.

E, de forma inconcebível, chegando a transparecer uma verdadeira chacota e achincalhe com a Justiça, Marcos Vinicius se candidate à deputado estadual, com tais pendências, a sociedade passará a questionar o real significado de Ficha Limpa.

Possa ser que a Justiça Eleitoral, tenha delegado para a soberana vontade dos eleitores a decisão de impugnar Marcos Vinicius através do voto.

E, que a consciência, a ética, a moral e até mesmo os bons costumes cívico de cada eleição escolher os melhores políticos, separando o joio do trigo, estejam acima dos pedidos de pastores de Igrejas.

Este cheque foi emitido por Marcos Vinicius logo no inicio da sua campanha, como garantia que o mesmo quitaria as dívidas. Como ele nunca depositou um centavo na conta, não adiantava preencher depositar

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