Do blog da vereadora: vitima de perseguição política, vereadora é caluniada a mando do prefeito

Publicado por: suporte

A vereadora do PV, Dra. Heloisa Cerri, usou seu pronunciamento na sessão da Câmara desta terça-feira (1/11), para comprovar sua inocência diante da campanha caluniosa que vem sendo feita contra ela pelo Jornal Agora. Utilizando-se de documentos, a vereadora comprovou que é vítima de perseguição política e que o jornal publica as matérias caluniosas obedecendo ordens do prefeito, como forma de assegurar a verba publicitária liberada por Vladimir Azevedo (PSDB), já que é o órgão que recebe a maior parte dos recursos da Prefeitura destinados à propaganda.

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Em sua edição de sexta-feira, o jornal acusou a vereadora de usar verbas públicas para participar de um Congresso nos Estados Unidos. Segundo a matéria, a vereadora se ausentou por cinco sessões e não pediu o corte no salário. A notícia não se preocupou com as questões éticas do jornalismo, já que a vereadora não foi ouvida pela reportagem antes e nem depois da publicação do texto. Além disso, a preocupação foi unicamente em atacar a vereadora, uma vez que a matéria não teve nem mesmo o cuidado de evitar a exposição da presidência da Câmara, por descumprimento do regimento interno.

A vereadora Heloisa Cerri só tomou conhecimento de que seu salário havia sido depositado integralmente através da matéria do jornal, que teve acesso privilegiado e irregular à informação. Os últimos contra-cheques da vereadora (março a abril de 2011) só foram entregues à parlamentar nesta segunda-feira (31/10). Durante a sessão desta terça-feira, Dra. Heloisa apresentou os contra-cheques ainda lacrados, provando que ela ainda não tinha conhecimento do valor depositado. Além disso, a vereadora solicitou ontem à Caixa Econômica Federal, os extratos da conta exclusiva para depósito do seu salário pago pelo Legislativo, comprovando que não há movimentação financeira e, desta forma, provando que não usou verba pública para bancar sua viagem aos Estados Unidos.

Antes de viajar, a vereadora cumpriu fielmente o que determina o regimento interno da Câmara. No dia 15 de setembro, ela enviou ofício ao presidente, comunicando sua ausência do país, informando, ainda, o motivo e a duração da viagem.

 
 

REGIMENTO INTERNO


Artigo 49, inciso IV: Será concedida licença ao vereador para tratar, SEM SUBSÍDIO, de interesse particular, desde que o afastamento não ultrapasse a 120 dias por sessão legislativa.

Artigo 50: Para afastar do território nacional, o vereador dará prévia ciência à Câmara por intermédio do presidente, indicando a natureza e a duração do afastamento.

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O regimento interno da Câmara é muito claro. A partir do momento em que o vereador comunica ao presidente sua ausência, automaticamente os dias afastados devem ser cortados, sem que seja necessário qualquer pedido formal por parte do parlamentar. A vereadora oficializou à presidência de sua viagem no dia 15 de setembro, portanto, cabia ao presidente determinar o desconto em seu salário, o que não foi feito. Desta forma, o presidente da Câmara descumpriu o regimento interno, além de ter sido responsável pela exposição negativa da vereadora.

PERSEGUIÇÃO – A vereadora Heloisa Cerri vem sofrendo perseguição política desde que assumiu sua postura fiscalizadora e combativa. Ela tem sido vítima tanto do Jornal Agora, que recebe verbas da prefeitura não para divulgar possíveis realizações do Executivo, mas para atacar os adversários políticos do prefeito, como também vem sofrendo ataques de funcionários de cargos de confiança da Prefeitura, contratados com o único objetivo de atuarem como testas de ferro do prefeito e seu secretariado.

A matéria veiculada pelo Jornal Agora caluniando a vereadora de usar verbas públicas para custear o Congresso nos Estados Unidos, foi uma determinação do prefeito Vladimir Azevedo (PSDB). Uma fonte informou à vereadora, que o prefeito ligou para outros órgãos de imprensa para pressionar pela publicação da matéria, porém não foi atendido. Somente o Jornal Agora se prestou ao serviço sujo.

A relação duvidosa entre o Jornal Agora e o prefeito Vladimir Azevedo começou na campanha política em 2008. O jornal foi o órgão oficial da campanha de Vladimir e como pagamento, foi o responsável pela nomeação do titular da Secretaria Adjunta de Comunicação Social, criada pelo prefeito somente para atender ao dono do jornal. O Secretário Adjunto, Wallon Dellano Campos de Castro, foi funcionário do Jornal Agora por 15 anos e deixou a editoria somente para assumir a pasta, como homem de confiança do cornel Pedro Faria, dono do diário, dentro do governo.

Além de ter indicado o Secretário Adjunto da pasta de comunicação, o Jornal Agora passou a ter informações privilegiadas e ainda é o veículo que recebe o maior bolo das verbas publicitárias da Prefeitura.


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