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Alguns motoristas até tentaram romper o cerco dos manifestantes mas não adiantava, somente algumas motos, subiam em cima da calçada e fugiam do cerco.
Apenas um veículo com uma mulher ao volante, depois de muito dialogar com os manifestantes conseguiu com que eles a liberassem. Um dos motoristas a desculpa que era casado e que a esposa estava em casa grávida esperando por ele. Um dos manifestantes pediu que ele mostrasse a aliança, estava sem, e não passou.
Quem estava no ponto do ônibus existente na Avenida Primeiro de Junho, entre a Rio de Janeiro e a ficou vazio, pois os ônibus deixaram de passar no local. Os ônibus estavam subindo a Rua Rio de Janeiro e pegando a 21 de Abril. Alguns desciam a Minas Gerais e voltavam para a Avenida Primeiro de Junho e outros seguiam direto na 21 de Abril até a Goiás.
O transtorno foi total na zona central da cidade e assim permaneceu por cerca de duas horas seguidas.
Muitos motoristas reclamaram que além de ter que ficar retido ainda tinham que escutar o barulho dos instrumentos musicais que eles tocavam sem cessar. E quando ficavam sabendo o motivo da paralisação quem era xingado não eram os manifestantes e sim o causador, o prefeito, Vladimir Azevedo.
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