“Barraco Show” de Dudu Nobre em Manhuaçu

Publicado por: suporte

Dudu Nobre chegou ao Parque de Exposições da Ponte da Aldeia, por volta de 23:30 horas, atendeu a imprensa e vários fãs com muita atenção e carinho. O exemplo de carisma do cantor carioca foi característica também da abertura do show que começou por volta de meia-noite.

Tudo corria bem, durante os trinta primeiros minutos da apresentação. De repente, o publico começou a assistir uma troca de ofensas do cantor com uma pessoa perto do palco. No meio do povo, um homem gritava xingamentos e provocações para Dudu, falando do fim do relacionamento dele com Adriana Bombom. Por cinco vezes, o artista queria que a polícia ou os seguranças retirassem o provocador.

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Depois de chamar o rapaz para brigar e também rebater as provocações, Dudu decidiu encerrar o show, alegando que não tinha segurança. Tocou a música tema de A Grande Família e um samba-enredo e em seguida desceu do palco cercado de seguranças.

BARRACO
Uma pessoa conseguiu acabar com o show de Dudu Nobre. Ele encerrou com 45 minutos, a apresentação que foi contratada para 90 minutos. O diretor de cultura, Altair Campos Júnior, se sentiu na obrigação de pedir desculpas ao público pelo encerramento antecipado do show, mas ao falar que faltou profissionalismo e humildade do artista, foi interrompido bruscamente

Dudu ouviu as críticas de Altair, subiu ao palco e tomou o microfone bruscamente das mãos do diretor. Ele reafirmou que não faltava humildade e sim segurança. Seguranças de Dudu seguraram Altair, enquanto a “turma do deixa disso” tentava acabar com o “barraco show”. O clima acabou esquentando, Dudu Nobre desceu para a van, reclamou da postura e foi embora. Ele reafirmou apenas que levou uma impressão boa das pessoas cidade, apesar de não achar o mesmo da organização do evento.

Acabada a confusão, quase trinta minutos depois, Altair voltou ao palco e pediu novamente desculpas ao povo, alegando que todos eram testemunhas da quebra de contrato.

SEGURANÇA
Apesar do problema, a reclamação de que não havia segurança não procede. Com um esquema elaborado há mais de 20 dias, havia policiais, ambulância, bombeiros e seguranças particulares em toda a área do Parque de Exposições. Eles vigiavam até os carros nos estacionamentos.
Quem esteve no palco e camarim notou seguranças nas entradas. No palco, oito pessoas ficaram entre o público e o artista fazendo a proteção e contendo excessos. Equipes da Polícia Militar acompanharam todo o local.

Segundo Campos Júnior em entrevista ao Portal Manhuaçu.com, sobre a discussão entre ele e o cantor Dudu Nobre, durante a abertura da Feira da Paz, no Parque de Exposição, na noite dessa sexta-feira. A alegação de falta de segurança por parte do cantor não procede e a ação do diretor em discutir com o artista em cima do palco foi para defender o público presente e a cidade.a alegação de falta de segurança por parte do cantor não procede, e a ação do diretor em discutir com o artista em cima do palco foi para defender o público presente e a cidade.
“Infelizmente tivemos a abertura da Feira da Paz com um artista que demonstrou uma falta de profissionalismo nunca antes vista no showbuziness brasileiro. Tivemos problemas com ele desde o momento que chegou a Manhuaçu e ao longo de toda a tarde criou uma série de dificuldades, inclusive tecendo uma várias opiniões sobre a cidade”, comentou Altair.

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O diretor falou sobre a atitude do cantor. “Fomos surpreendidos pela postura do Dudu Nobre no palco ao encerrar o show e buscar mecanismos para finalizar a festa e ainda mais que existe um contrato determinando que o show tivesse a duração de 1h45 é a disposição contratual específica e sabemos que o artista teve show no Rio de Janeiro na noite anterior, chegou a Manhuaçu demonstrando um despreparo e no sábado iria fazer um show no Rio Grande do Sul e teria que pegar o avião no Rio às 8h00, então tenho plena convicção de que houve má fé de realmente parar a festa para cuidar do seu problema pessoal, já que ele tinha recebido o cachê”, argumentou Campos Júnior.O diretor falou sobre a atitude do cantor. “Fomos surpreendidos pela postura do Dudu Nobre no palco ao encerrar o show e buscar mecanismos para finalizar a festa e ainda mais que existe um contrato determinando que o show tivesse a duração de 1h45 é a disposição contratual específica e sabemos que o artista teve show no Rio de Janeiro na noite anterior, chegou a Manhuaçu demonstrando um despreparo e no sábado iria fazer um show no Rio Grande do Sul e teria que pegar o avião no Rio às 8h00, então tenho plena convicção de que houve má fé de realmente parar a festa para cuidar do seu problema pessoal, já que ele tinha recebido o cachê”, argumentou Campos Júnior.

Altair destacou o planejamento feito em busca de proporcionar maior segurança à população. “Tínhamos neste ano três equipes particulares de segurança totalizando mais de 100 homens, então além disso, ele (Dudu Nobre) criticou o trabalho da Polícia Militar, sendo que a corporação sempre foi muito exemplar em sua atuação”, disse.

“Jamais houve situação de bailarina que foi agarrada, sapato não foi jogado e está tudo filmado e registrado. Foi uma falta de profissionalismo do cantor. Dudu Nobre tem um histórico de situações problemáticas em shows realizados de brigas. Nós não temos nada a ver com problemas pessoais dele, mas ficou claro que ele descontou na cidade com as críticas que ele fez. Acima de tudo ele desrespeitou o público”, acrescentou o diretor.

“Tem outra coisa, nós bastidores houve uma pressão da equipe do cantor para o show começar às 21h00, o que levou um desgaste antecipado. Eles queriam impor o horário do show, o que não existe. Contratante é quem determina a hora que o artista vai subir ao palco e não o contrário”, contou.

Fonte: Portal Manhuaçu

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