As obras do PAC do Jardinópolis têm várias paternidades – governo federal, Demetrius e Vladimir

Publicado por: suporte


No dia 20 de maio de 2008, foi lançado oficialmente pelo ex-prefeito Demetrius Pereira, o inicio das obras do PAC/Saneamento para beneficiar os moradores da região com drenagem pluvial, rede de esgoto e o tão sonhado asfalto.

Posteriormente, além do não cumprimento dos cronogramas gerando atrasos nas obras, houve também problemas com o projeto.

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No dia 4 de fevereiro deste ano, já com Vladimir Azevedo como prefeito, foi redefinido um novo calendário para as obras.

Somente agora, mais de um ano depois, o PAC começa a se mostrar de verdade, aparecer e fazer o povo acreditar em um sonho sem poeira e sem lama, isto se não houver novos atrasos no cronograma.

Cirley Maria de Freitas, 29 anos casada, moradora do bairro há pouco tempo, está maravilhada com a obra da Av. Limeira, a principal do bairro. Na sua opinião, foi Vladimir quem deu continuidade. Enquanto estava com Demetrius estava só no papel. Mas, continua dizendo que também se não fosse ele, Demetrius, lutar lá em Brasília, não teríamos o bairro no programa.

Já Patrícia Kiner de Oliveira Pedrosa, 37 anos, residente no bairro há mais de 10 anos, afirmou que: “esta obra representa uma condição de vida melhor para nós moradores”.
Continuou: “A obra começou com Demetrius e deu continuidade com Vladimir, mas não podemos esquecer que é uma obra do governo do Lula e quem foi buscar foi Demetrius, mas as obras deram uma acelerada foi com Vladimir, depois de aprovada”

Patrícia, disse ainda que a obra já não era sem tempo em beneficio do povo, porque quando chovia os ônibus não conseguiam passar por lá, mesmo passando de hora em hora.

Sobre a questão do transporte coletivo, a moradora criticou o tempo de espera e a “burrice” de quem os administra, porque segundo ela, a linha Serra Verde – Jardinópolis e Danilo Passos – Cacoco, passam no mesmo horário, juntinhos, dá até para escolher em qual entrar, mas se perder a hora, os moradores ficam no mínimo 1 hora no ponto.

Quando foi indagada sobre qual ou quais vereadores atuam naquela região, se eles vão lá fiscalizar a obra, ela respondeu que muito raramente, que não fazem nada. Só aparece muito lá, um monte, em época de eleição para pedir votos.

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Outra moradora entrevista, Maria Mavima de Campos, 53 anos, moradora há 10 anos no bairro. Esta achando excelente, bom demais. Só não está satisfeita com o IPTU, ela pagava apenas R$ 10 reais e passou a pagar R$ 170 reais, “só porque vai asfaltar. Que asfalto mais caro” finalizou.

“Vim pra aqui quando não tinha água, nem luz e muito menos estrada. Era mato puro. O povo reclama do ônibus hoje, no meu tempo ele só passava 3 vezes no dia, as 7, 12 e 17 horas. Quem perdesse tinha que ir ou vir a pé” declarou a moradora proprietária de um bar.

Ela reclamou também que o meio ambiente precisa resolver um sério problema, o corte de uma arvore que pode cair sobre seu estabelecimento comercial.


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