Um grupo de WhatsApp, com aproximadamente 90 membros, dos quais cerca de 15/20 em ações no dia a dia são militantes ativos, e em ações especiais, quando provocados e incentivados por sua líder mediadora, chega a uns 30 ou no máximo 40, e que tem como bandeira principal balizar as ações dos vereadores da Câmara de Divinópolis, no que eles devem ou não votar e como votar, ignorando que todos foram legitimados através da votação constitucional nas eleições de 2016, quando todos os eleitos obtendo individualmente mais de 1.000 votos, sendo que os mais votados chegaram ao ápice de mais de 3 mil votos. Portando lhes dando a maior legitimidade democrática, que é o teste das urnas, lhes conferindo a confiança para os anos 2017, 2018, 2019 e 2020, ao final do qual passarão por uma nova avaliação dos eleitores. Se passarem novamente no teste das urnas, seguem em seus mandatos, caso contrário, serão apeados do poder. – O fato é que, passado apenas cinco meses do mandato o grupo, segundo a opinião de alguns vereadores, querem se sobrepor à soberana vontade popular das urnas e passar e tutelar as ações parlamentares de tais vereadores – E neste contexto a vereadora Janete Aparecida (PSD) tem sido duramente criticada por um simples fato. Por ela não ter plano de saúde da iniciativa privada, a chamada Saúde Suplementar, que nos últimos tempos subiu absurdamente, e no popular “custa os olhos da cara” – O Divinews em entrevista com a vereador obteve dela a confirmação com provas de que ela e efetivamente USUÁRIA DO SUS, por não ter condições de pagar um plano de saúde, não só para ela. Mas para todos os seus familiares. Janete em vídeo explicou, bem explicado por que razão utiliza o SUS e não a saúde suplementar, que dependendo da operadora, virou na verdade um SUS PARTICULAR, em que as marcações de consultas seguem dois parâmetros, se for pelo pleno a consulta demora para ser agendada, mas se for para pagar em dinheiro, ela aparece no dia seguinte – Outra contenda que o grupo arrrumou com o Legislativo é com relação com projeto EM-059/2017, que precisa ser aprovado, pois trata-se de uma reforma administrativa que já houve recomendação do Ministério Público. Contudo, o grupo usando um marketing amedrontador de guerra, força com que os vereadores não votem o Projeto, que o rejeitem, sem medir as consequencias de uma intervenção do MP na Casa. E alguns vereadores amedrontados pelos cerca de 40 membros, alguns já confidenciaram ao Divinews, que é preciso votar, mas tem receio da repercusão. Todavia, reafirmam que foram eleitos por mais de mil votos – Enquanto isso, o presidente da Câmara, Adair Otaviano, também posterga a decisão de colocar o projeto em plenário, com receio de que ele possa ser rejeitado e que decisão o MP poderá tomar.