
| Entrevista de Felipe Carvalho – TransOeste Continua depois da publicidade {youtube}NUpDfqwOU5g{/youtube}
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Cleitinho disse ter solicitado ao executivo a planilha de custo e até aquele momento não tinha recebido. E que sem ela é impossível discutir. Explicou para a população e lamentou que esse tipo de decisão não passa pela Câmara, por que se passasse os vereadores votariam contrário ao aumento. Comparou o preço de Divinópolis, 3, 90, com os preços das passagens de São Paulo, 3,85, Rio de Janeiro, 3,85 e Curitiba, 3,85. “E Divinópolis é 3,90. Se tira o cobrador, se tira o CGO, e fica a 3,90 – “A voz do povo é a voz de Deus, quem está satisfeito com a Trancid levanta a mão? Estou aqui por vocês e acabou a mamata em Divinópolis. Agora é do jeito que o povo quer, estou aqui por vocês e vou até o fim”.
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Fala do vereador Cleitinho
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O vereador Marcos Vinicius, presidente da Comissão de Justiça, após o término da Audiência Pública, afirmou que: “Valeu muito. Toda discussão é válida já que traduz para os gestores municipais, demais autoridades, empresários, sociedade civil organizada, imprensa e comunidade a gritante insatisfação generalizada com o transporte coletivo de nossa cidade – Os encaminhamentos foram feitos e acredito nos resultados para retorno dos cobradores e para estudo aprofundado das duas últimas planilhas de custo que determinaram os reajustes das tarifas”.
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Imagem da Audiência Pública
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Delano Santiago, também um dos edis mais atuantes na Audiência Pública, disse para o Divinews que essa Audiência Pública, foi uma das mais produtivas. Que foram feitos alguns encaminhamentos para o Executivo responder em 15 dias. 1) Por que a empresa não pode diminuir a idade de 65 anos para 60 2) Por que não pode dar 50% para os estudantes 3) Passe livre para quem faz tiro de guerra 4) E por que não pode diminuir a tarifa. – O vereador finalizou: “Foi dado o primeiro passo de muitos que teremos que dar”.
Alguns vereadores embora presentes, não se manifestaram, ou melhor, não abriram a boca para se colocarem sobre o importante tema que estava sendo debatido no plenário. E isso foi criticado veementemente pelos presentes. Até mesmo os cidadãos que estiveram na Audiência em apoio à TransOeste. O vereador Delano Santiago sobre isso se manifestou dizendo que, é melhor ser vaiado do que ser omisso.
Entre os participantes, os cidadãos que usaram o microfone. Os questionamentos contra a empresa foram maiores do que os que falaram favoravelmente, que foram alguns motoristas que se disseram satisfeitos com o atual modelo da não existência de cobradores em algumas linhas, e que isso não comprometia a sua atuação profissional. Toda vez que alguém tentava justificar as ações do consórcio era peremptoriamente vaiado. As críticas eram as mais variadas possíveis, passando pela questão do atendimento aos usuários cadeirantes, à falta de concorrência que a empresa não tem.
O presidente da UED, que também compôs a mesa da AP, afirmou que: “A UED considera importante o encaminhamento, onde aguardamos ansiosamente a resposta do chefe do executivo municipal e que independente da resposta é importantíssimo que seguindo a Cláusula 25, parágrafo primeiro do Contrato do Município junto ao Consórcio Transoeste seja feito uma revisão da tarifa por meio de uma auditoria”.
Além das críticas aos vereadores que se calaram, sobraram críticas também, de um grupo mais “radical”, para os presidentes dos trabalhadores rodoviários e para o da Adefom, que na opinião deles não interagiram, como deveriam ter interagidos.
O resumo da opera, é que a sensação final, embora alguns vereadores tivessem feito discursos ufanistas de que o Legislativo vai fazer e acontecer, é que nada vai mudar, ficará tudo igual, já que a caneta está com o Executivo. E a exemplo da revogação do contrato com a Copasa, a empresa continuará com o prazo de termino das obras, para 2018.
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