Segundo o resultado do levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (LIRAa) feito pela Secretaria Municipal de Saúde de Dívinópolis, do dia 2 a 6 de janeiro e divulgado nesta quinta-feira (12), a região Centro, composta pelos bairros Dom Pedro II, Esplanada, Porto Belho, Sidil e Vila Central do Divino, com índice de infestação de 5,37%além da região Nordeste, envolvendo os bairros, Centro Industrial, Danilo Passos, Del Rey, Espírito Santo, Grajaú, Icaraí, Itaí, Jardim Candidés, Lagoa dos Mandarins, Manoel Valinhas, Niterói, São João de Deus II, São Luiz e São Simão, com índice de 5,33%, são os locais de alto risco de epidemia de dengue – Os agentes de saúde visitaram 4.922 imóveis em uma semana. 94,08% dos focos foram encontrados nas residências, e o restante, em lotes vagos. O índice de infestação na cidade foi de 3,10%, o que se considerado risco médio – No levantamento foi contatado que os maiores focos de infestação são os depósitos fixos como sanitários em desuso, calhas, lajes, piscinas, caixas de passagem, ralos e fontes ornamentais tiveram o maior volume de focos encontrado atingindo 30,2 %. Já os depósitos móveis como vasos/pratos de planta e bebedouros de animais registraram 26,2 %. Em resíduos sólidos urbanos como plásticos, garrafas, latas, sucatas e entulho, o percentual foi de 18,6 %. Já os depósitos para consumo doméstico como caixa d’água, tambor e tanque representaram 16,9 %, e os pneus, outros 8,1 %.