Conforme matéria publicada no site Brasil 247, em 17 de março de 2015, a ainda presidente Dilma Rousseff queria acabar com a permanência da família Neves no Pleno do TSE; pai de Henrique Neves, Célio Silva, ex-consultor jurídico no governo de Fernando Collor, ficou oito anos no TSE; outro filho, Fernando Neves, também ficou oito anos; Henrique estava com seis anos de mandato e queria e conseguiu mais dois; a lista tríplice para a vaga de Henrique Neves foi elaborada e enviada à presidente no fim do ano passado (2014); a matéria relata que o escritório de advocacia da família era a que detinha o maior número de processos no Tribunal (TSE) – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estava com as duas vagas de advogado sem ministro titular. Há alguns dias terminou o primeiro período de dois anos da ministra Luciana Lóssio e no fim de 2014, acabou também o primeiro período do ministro Henrique Neves – Segundo a Carta Capital, a presidente Dilma Rousseff quer acabar com a permanência da família Neves em cargos no TSE. O pai de Henrique, Célio Silva, ex-consultor jurídico no governo de Fernando Collor, ficou oito anos no TSE. Outro filho, Fernando Neves, também ficou oito anos – Henrique Neves já está com seis anos de mandato e quer mais dois. O escritório de advocacia da família Neves detém o maior número de processos no TSE. Lista tríplice para a vaga de Henrique Neves foi elaborada no fim do ano passado e enviada antes do Natal para a presidenta Dilma.
Sem desenho.
Brasil 247 em março de 2015: TSE deve ter fim da dinastia Neves

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