A exemplo do que ocorreu na Audiência Pública que discutiu o orçamento do município para 2017, em um plenário ainda mais vazio, na última sexta (21), a Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis (SUMUSA), em outra Audiência Pública, apresentou para os vereadores e deveria ser também para a população, dados da Atenção Primária e Especializada, assim como da Vigilância em Saúde, que engloba a Vigilância Sanitária e epidemiológica e a Ambiental, além da Regulação em Saúde, e Saúde Mental, dos meses, maio, junho, julho e agosto – Pela primeira vez, um técnico, analista em saúde do Ministério Público, Procuradoria da Saúde, acompanhou toda reunião anotando os dados apresentados – Já os poucos vereadores presentes (uns participaram e outros apenas passaram pelo plenário) na audiência, criticaram o fato de ter poucos dados numéricos, conforme opiniões dos vereadores Adair Otaviano, que presidiu a reunião por ser o presidente da Comissão Permanente de Fiscalização Financeira e Orçamentária e Delano Santiago, secretário da Comissão de Saúde, Meio Ambiente e Ciência – O mais veemente nas críticas sobre a falta de números, que questionou a todos os técnicos presentes, foi o edil Delano, que mirou também na ausência da secretária de Saúde, Kênia Carvalho – O presidente da Comissão, Adair Otaviano afirmou que a Prestação de Contas, são numéricas, fato este que não aconteceu – Delano (PMDB) quis saber o custo de vários procedimentos da saúde, mas os técnicos não conseguiram responder ao vereador. “Fazer uma prestação de contas, sem contas”, ironizou o vereador, que emendou “tenho medo do que vamos pegar, encontrar na prefeitura”.