O ministro e presidente do Superior Tribunal Eleitoral, o polêmico Gilmar Mendes, depois de dizer que a Lei da Ficha Limpa foi “feita por bêbados”, em um julgamento da Corte na última terça-feira (18), quando da análise de um candidato que concorreu a prefeito de Quatá, e os ministros mantiveram o entendimento adotado desde 2006 de que só ficam inelegíveis políticos condenados por improbidade quando houver, cumulativamente, comprovação de dano ao erário e enriquecimento ilícito, Gilmar novamente criou uma nova celeuma, dessa vez ao dizer que a Lei da Ficha Limpara é usada por Promotores e Juízes para “chantagear” políticos – No caso de Quatá, a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), em indeferir o registro de candidatura de Marcelo de Souza Pecchio (PSD), foi reformada por unanimidade pelos votos dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral que aprovaram o registro da sua candidatura – Marcelo Pecchio teve o registro negado pelo TRE-SP que o considerou inelegível em razão de contas públicas rejeitadas, com condenação por órgão colegiado devido a ato doloso de improbidade administrativa.
O G1 reproduziu a matéria da Globo, sobre a acusação do ministro Gilmar Mendes aos Promotores e Juizes de Primeira Instância.





