
ANÁLISE FINAL (Por Jotha Lee)
Domingo chegaremos ao final de mais um processo eleitoral em Divinópolis. Ou melhor, isso é possível. Não se pode prever que, de fato, após a contagem dos votos, o processo eleitoral em Divinópolis tenha sido concluído, já que uma eventual vitória de Galileu Machado (PMDB) pode adiar essa decisão.
O peemedebista vai concorrer protegido por um recurso especial ao Tribunal Superior Eleitoral, já que teve seu registro indeferido e quatro recursos negados no Tribunal Regional Eleitoral.
Se Galileu se elege, não será diplomado até que o recurso no TSE seja julgado e, se julgado e mantido o indeferimento do registro, uma nova eleição será convocada.
As variáveis possíveis nesse caso são extensas.
Se a decisão do TSE for favorável a Galileu, ainda assim caberá recurso da Procuradoria Eleitoral, o que o manterá impedido de ser diplomado e empossado em 1º de janeiro de 2017.
Na hipótese da decisão final (transitado em julgado) sair esse ano, se Galileu sai vitorioso dessa batalha, assume em janeiro.
Se é mantido o indeferimento, nova eleição.
Se a decisão fica para o ano que vem, assumirá o presidente da Câmara a ser eleito na sessão solene do Legislativo para a posse dos vereadores eleitos, que ocorrerá em 1° de janeiro do ano que vem.
O caminho pode ser longo e penoso para todos e Divinópolis viverá uma situação inédita em sua história.
Na realidade, a eleição em Divinópolis só estará encerrada, após a decisão final sobre a candidatura de Galileu.






