POLICIA FEDERAL prende temporariamente presidente PSDB do Estado de Goiás, de Marconi Perillo)

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Conforme matéria da Folha, no estado de Goiás, governado por Marconi Perillo, que foi, e é um dos tucanos mais distantes das veementes críticas feitas por seu partido à presidente afastada Dilma Rousseff. E chegava mesmo a ter uma relação amistosa com ela, a Policia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (24) o presidente do PSDB daquele estado, Afrêni Gonçalves Leite, pela operação Decantação, que investiga o suposto desvio de R$ 4,5 milhões de dinheiro público por meio de contratos fraudulentos da Saneago, empresa de Saneamento de Goiás – O PSDB de Goiás aparece como um dos beneficiários do esquema por supostamente receber dinheiro ilícito por meio de doações legais e também via caixa dois. Por isso, o presidente foi preso temporariamente – A matéria na Folha, continua afirmando que as investigações indicam que dirigentes e colaboradores da Saneago promoveram licitações fraudulentas por meio de contratação de uma empresa de consultoria envolvida no esquema. Ainda segundo a polícia, essa consultoria teria direcionado dinheiro a beneficiários de propina, entre eles o PSDB – De acordo com a PF, recursos oriundos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), de financiamentos do BNDES e da Caixa Econômica Federal foram desviados para pagamento de propinas e dívidas de campanhas políticas do partido – No total estão sendo cumpridos 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão em Goiânia (GO), Aparecida de Goiânia (GO), Formosa (GO), Itumbiara (GO), São Paulo (SP) e Florianópolis (SC) – Além da sede do PSDB em Goiânia, também são alvos de busca a sede Saneago e de empresas envolvidas nas fraudes, além de residências e endereços ligados aos investigados – A PF também apurou que a consultoria contratada pela Saneago direcionava a contratação de empresas que participavam do conluio e que eram responsáveis, posteriormente, por doações eleitorais – Foi pedido o afastamento de oito servidores do cargo – Notem que, ainda de acordo com o jornal paulista, a operação foi operação foi feita em parceria do MPF com o Ministério da Transparência, do GOVERNO TEMER.

 

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