A mãe e a esposa do vigilante André Mathias de Souza, assassinado por engano, enquanto trabalhava no supermercado Adriano, no bairro Quintino. Enquanto aguardavam a chegado do corpo para o velório, que por sinal atrasou e muito, às 14 horas não havia sido liberado ainda. Em comoção falaram para o Divinews, por vontade própria delas e do grupo de vigilantes que revoltados pedem providencias quanto as condições de trabalho da categoria. As duas condenaram o alto índice de violência em Divinópolis e pediu que as autoridades tomem providencias, pois pessoas inocentes estão morrendo. É fato que todo pais passa pelo mesmo problema, mas querer nivelar por índices negativos como justificativa da aceitação do inaceitável, ninguém coaduna com isso, somente os próprios órgãos de segurança justifica com parâmetros técnicos, a estatística do inaceitável, para uma única vida que seja.
| Continua depois da publicidade
|
|
{youtube}2Ju7chYBhOM{/youtube}
|
Marlene da Silva, mãe de André Mathias
“Eu gostaria de mandar um recado para as autoridades para que elas tomassem mais cuidado e colocassem mais policiamento nas ruas. Por que a falta de policiamento…a bandidagem está demais, eles estão matando e ninguém está fazendo nada. Tem muita gente sofrendo, mães, famílias. Igual eu hoje que estou aqui sofrendo e ninguém faz nada, a gente está sozinha, só com Deus.
Jaqueline, de 28 anos, gravida de 6 meses, esposa do segurança assassinado.
|
{youtube}3wfYg229Rl0{/youtube}
|
Jaqueline, esposa
“Estou sem palavras. Meu marido gente, não vai voltar. Ele não vai voltar, mas morreu como homem, trabalhando. Estou sem palavras. A violência na cidade, não tem segurança, não tem. As pessoas estão matando a troco de nada s outras como se fosse um animal. Eles não olha o que está fazendo. Estou gravida de 6 meses, e ele não vai ver a Nicole. Ele não vai ver a filha dele nascer. Eu peço que se faça justiça. Ele era uma pessoa muito boa. Não estou falando que não tinha defeito, tinha. Mas ele era bom. Tinha amizade com todo mundo, todos gostavam dele – Eu peço justiça, eu acho que segurança, devia ter um colete a prova de bala, deveria trabalhar como um policial mesmo. Trabalhar sem ter segurança nenhum, então não é segurança. Ele tinha que ter um colete, ter uma arma. Como é que ele vai dar segurança, se ele não tem segurança para ele mesmo? Com cassetete? Vai enfrentar uma arma? Vai correr e vai morrer.





