DIVINÓPOLIS: O Deputado federal Domingos Sávio (PSDB), por ocasião da entrevista concedida ao Divinews, sobre a grave crise no cenário nacional, que envolve o impeachment da presidente Dilma, que na visão de muitos está mais para um golpe do que um impeachment legal, falou também sobre os problemas do município, principalmente a greve dos servidores públicos que nesta terça-feira (26), completa 30 dias. Domingos recebeu a Comissão de greve dos servidores públicos no dia 11 de abril, quando prometeu que intercederia para que o prefeito Vladimir Azevedo os recebesse, já que o canal de comunicação estava fechado. E logo a seguir, já no dia seguinte, 12/4, o prefeito recebeu os representantes do sindicato e fez a proposta de 3% de recomposição salarial, sendo 1,5% em abril e 1,5% em dezembro, além do reajuste do valor do tíquete. A categoria em Assembleia no dia seguinte, 13/4 recusou a proposta, e tudo voltou a estaca zero – Nesta segunda-feira (25), Domingos Sávio, além de aconselhar que os servidores retornem ao trabalho, segundo ele para que o diálogo se aprofunde, por que, diz ele, não é justo o cidadão pagar pelas divergências, que começam a ficar mais evidentes que são políticas. E a divergência política aqui em Divinópolis está próxima de ser resolvida com as eleições municipais.
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“Me preocupa muito Divinópolis, o Governo parou de investir em uma obra que está com 90% pronta. Nós precisamos enfrentar esse problema da saúde, não só do São João de Deus, mas também do Hospital Público – Nós estamos com um problema grave na Prefeitura, eu recebi os servidores. Tenho levado uma palavra de bom senso, pedi ao prefeito e ele abriu um diálogo, propôs um aumento que é modesto, mas é o início. Então realmente acho que é hora de prevalecer o diálogo e pelo menos suspender a greve para que o Diálogo se aprofunde, por que não é justo o cidadão pagar pelas divergências, começam a ficar mais evidentes que são políticas. E a divergência política aqui em Divinópolis está próxima de ser resolvida com as eleições municipais. E é claro que teremos a obrigação, todos nós de nos debruçarmos sobre a eleição municipal para escolher vereadores, escolher prefeito. E aí sim de maneira livre o cidadão vai votar naquele candidato que ele acredita ser o melhor. Mas enquanto isto temos que nos preocupar com o funcionamento da cidade, das instituições e especialmente com os serviços públicos que são tão importantes”