Os graves problemas que o Brasil enfrenta, segundo aquela velha e batida frase popular: “seria cômico, não fosse trágico”, envolvendo a vida de milhões de brasileiros, mas que muitos ainda não se deram conta de que não se trata apenas de disputas políticas e tão pouco de uma ação de caça corruptos da Petrobrás. Estamos no meio do mais vil golpe de estado que o país já passou. Essa terrível situação não ocorreu nem na época de Getúlio Vargas e tão pouco no golpe de 64. É necessário uma reação para que a classe pobre e os trabalhadores não percam direitos sociais conquistados às duras penas – Mas vamos a piada, à galhofa, já que não existe outro jeito diante da comicidade da situação que enfrentamos diante do mundo. Entre outros absurdos, quando um vice-presidente, mesmo enrolado até o último fio de cabelo em corrupção, citado na Operação Lava Jato, junto com seu parceiro Eduardo Cunha, em que um STF, que há algum tempo quando ainda era a Suprema Corte das Leis do Brasil, e hoje se apresenta como um fiasco, incapaz de fazer cumprir as leis, principalmente no que tange ao super, hiper, mega corrupto, Eduardo Cunha, e o deixa livre leve e solto para cometer as maiores atrocidades que esse pais já viu, resolve subir na garupa do golpe / impeachment de Cunha e começar a montar um governo, quase que paralelo, a bordo de pífios 8% de aceitação popular para exercer a presidência do Brasil, conforme descobriu o IBOPE, em recente pesquisa realizada. Com essa mísera aceitação, ele será apenas o DESPREZIVELDENTE DO BRASIL.