O vereador da Câmara de Divinópolis, Edimar Máximo, que é vice-líder do prefeito Vladimir Azevedo, ao usar a tribuna para o seu pronunciamento, como evangélico que é, dizem até que é pastor, iniciou a sua fala citando um versículo bíblico, II Crônica, capítulo 7, a partir do versículo 13; “Se eu cerrar os céus e não houver chuva, ou se ordenar os gafanhotos que consumam a terra ou se eu enviar peste entre o meu povo – E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”. O vereador então continou: “sabe o que eu aprendo com essa palavra, é que a solução para os nossos problemas, ela não está no governo, ela não está em uma Câmara de Vereadores, ela está em nós buscarmos a resposta de Deus para nossas vidas – Estamos vivendo um momento difícil no Brasil, estamos passando, só se vê falar em roubo, em desvio – Precisamos unir as nossas forças para buscarmos de Deus, respostas para os nossos problemas e dificuldades – A nossa situação não vai resolver brigando, denigrindo a imagem do “a”, do “b”. A solução dos nossos problemas não está aí não! É mais além” após essa palavra, o plenário começou a gritar para o vereador “Hi, Fora, Fora, Fora” – Máximo então terminou sua pregação e explicou que na última quinta-feira, após a reunião eles foram para a Prefeitura. “As pessoas que não estão neste retratinho que vocês estão mostrando aí (referindo-se ao panfleto que foi feito pelo vereador Marquinhos Clementino, mostrando quais foram os oito vereadores que, na análise dele estão do lado dos servidores) nós fomos lá no Executivo….”(Parou por que foi vaiado) a seguir continuou: “Pelo visto vocês não precisam de “mim” e não precisa dos outros vereadores (foi ainda mais vaiado), eu acho que por questão de educação…Todos os pronunciamentos eu estava ali sentado ouvindo aqueles que estavam aqui jogando para a galera, eu ouvi a todos. Eu queria merecer a atenção de vocês – O papelzinho que vocês receberam ai (os folhetos do Marquinhos), eu nunca tive em cima do muro (foi ainda mais vaiado) – Se vocês pegarem as votações, eu nunca me abstive, sempre tomei decisão, mesmo não agradando, de acordo com a minha consciência. Não fico em cima do muro” O vereador finalizou alertando que está na vereança para defender a população e não apenas uma categoria.